O Ministério da Saúde instalou uma Sala de Situação para acompanhar os casos de intoxicação por metanol relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas no país. A medida busca coordenar respostas rápidas frente às ocorrências. Foram registrados 43 casos: 39 em São Paulo — sendo 10 confirmados e 29 em investigação — e quatro em Pernambuco, ainda em apuração.
Houve também quatro casos descartados. Um óbito foi confirmado em São Paulo e outros sete permanecem sob análise, cinco no estado paulista e dois em território pernambucano. Até o momento, o total de ocorrências ultrapassa a média anual de registros no país, estimada em cerca de 20 casos.
Em pesquisa divulgada em abril deste ano, o Núcleo de Pesquisa e Estatística da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) revelou que 36% das bebidas comercializadas no Brasil eram forjadas, adulteradas e contrabandeadas. A entidade cobra maior rigor das autoridades contra a falsificação de bebidas alcoólicas.
Diante do aumento dos casos e das denúncias de adulteração, a Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD) e a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) estão realizando treinamentos para orientar empreendedores a identificar bebidas falsas de produtos autênticos.
Entre as recomendações, estão: verificar sinais de falsificação em garrafas, tampas, rótulos e líquidos; checar a presença do selo fiscal obrigatório em bebidas destiladas; observar o nível de enchimento, impurezas e cor da bebida; analisar rótulos e contra rótulos com atenção; comprar apenas de fornecedores legais; e realizar o descarte correto de bebidas suspeitas.
O Ministério da Saúde instalou uma Sala de Situação para acompanhar os casos de intoxicação por metanol no país. O objetivo é coordenar respostas rápidas diante das ocorrências.
Até agora, foram registrados 43 casos: 39 em São Paulo — 10 confirmados e 29 em investigação — e quatro em Pernambuco, ainda em apuração. Houve também quatro casos descartados. Um óbito foi confirmado em São Paulo e outros sete permanecem sob análise. O número já ultrapassa a média anual de registros, que costuma ficar em torno de 20 casos em todo o Brasil.
Uma pesquisa divulgada neste ano pela Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo revelou que 36% das bebidas comercializadas no país apresentam algum tipo de fraude, como falsificação, adulteração ou contrabando.
Diante desse cenário, associações do setor de bebidas estão promovendo treinamentos para ajudar empreendedores a identificar produtos falsificados.
As orientações incluem: observar sinais de falsificação em garrafas, tampas, rótulos e líquidos; conferir o selo fiscal obrigatório em bebidas destiladas; verificar nível de enchimento, impurezas e cor; analisar rótulos e contrarrótulos; comprar sempre de fornecedores legais; e descartar corretamente bebidas suspeitas.
Reportagem, Mariana Ramos