Saúde·29 de maio de 2020

Indústrias de vestuário de Uberlândia doam máscaras para instituição que ajuda crianças com deficiência

Sindivestu doou 600 máscaras de tecido à AACD e planeja novas entregas em breve

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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A Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) de Uberlândia recebeu 600 máscaras para entregar aos pequenos que fazem uso das terapias oferecidas pela instituição. A doação foi feita no dia 20 de maio pelo Sindicato das Indústrias do Vestuário local (Sindivestu), após uma semana intensa de trabalho.

Por ser considerada essencial na qualidade de vida dessas crianças, a AACD continuou funcionando nesse período de isolamento social. “Na AACD, o profissional da saúde precisa usar mais de uma máscara por dia. Mesmo sendo de tecido e laváveis as que eles já usam, não dá para lavar e secar no mesmo dia, então eles precisam de muitas. Por isso disponibilizamos as máscaras para os profissionais, pais e pacientes em tratamento”, detalha a presidente do Sindivestu, Alessiane Batoni.

As máscaras de tecido doadas foram produzidas por empresas associadas ao sindicato patronal. A expectativa é que sejam feitas, em breve, mais doações desse tipo à AACD e a outras instituições, além de centros de saúde.



Segundo Alessiane, a cidade mineira é referência em moda e alta costura. Mas por conta da pandemia, muitas empresas do ramo tiveram que fechar as portas e sobrevivem hoje da confecção de equipamentos de proteção individual (EPIs). “As empresas estão tentando sobreviver disso, porque 90% são de moda e festa. Como esses eventos estão parados e proibidos, esse ramo também parou”, conta.

Hoje, a presidente do Sindivestu não consegue mensurar a quantidade de EPIs produzidos pelas indústrias de vestuário, porque Uberlândia está concentrada em ajudar hospitais e instituições e a produção não para. “Qualquer número que eu disser agora não seria realista”, avisa Alessiane.

O Sindivestu também tem confeccionado aventais e outros equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde da cidade por meio do Projeto Juntos por Uberlândia.

Inclusive, o sindicato já está recolhendo materiais das empresas para realizar novas entregas. Os interessados em doar tecidos, linhas, TNT e elásticos, por exemplo, podem entrar em contato no (34) 9 9951 2298.

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Hoje, o Sindivestu não consegue mensurar a quantidade de EPIs produzidos pelas indústrias de vestuário, porque a produção não para. As empresas associadas também têm confeccionado aventais e outros equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde da cidade por meio do Projeto Juntos por Uberlândia. Os interessados em doar materiais para confecção de EPIs, como tecidos, linhas, TNT e elásticos, podem entrar em contato pelo telefone código de área 34 9 9951 2298.
 
Reportagem, Jalila Arabi.
 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.