Economia - Indústria·29 de maio de 2023

INDICADORES: Índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou 1,6 ponto em maio

Em médias móveis trimestrais, o índice subiu pelo terceiro mês consecutivo ao variar 0,3 ponto, para 93,9 pontos

Por Luigi Mauri
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O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE recuou 1,6 ponto em maio, para 92,9 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu pelo terceiro mês consecutivo ao variar 0,3 ponto, para 93,9 pontos.

Segundo especialistas, a confiança na indústria volta a desacelerar influenciada pela piora da situação atual e, também, por perspectivas pessimistas com relação aos próximos meses. No setor da indústria, a percepção de piora ocorre mais intensamente nas categorias de uso de bens de consumo duráveis e não duráveis. 

O cenário é desafiador para a indústria, pois há o enfraquecimento no nível da demanda, taxa de juros elevada e inflação. Estes elementos, combinados, geram cautela nos empresários, que projetam redução na produção. 

Em maio, houve queda em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados. O Índice Situação Atual (ISA) e de Expectativas (IE) recuaram, ambos, 1,7 pontos. 

Para estes índices, o que mais influencia negativamente é a percepção do empresariado acerca do nível de demanda. Também, o indicador que mede o nível de estoque piorou, o que indica que o setor tem mais estoques do que o esperado. 

Em relação a perspectivas futuras, os empresários se mantêm pessimistas pelo segundo mês consecutivo, após melhora ocorrida em março de 2023. 

Há piora da tendência de negócios e, em sentido contrário, o emprego previsto avançou 1,6 ponto. 

Os dados são provenientes da FGV IBRE. 

 

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE recuou 1,6 ponto em maio, para 92,9 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu pelo terceiro mês consecutivo ao variar 0,3 ponto, para 93,9 pontos.

Segundo especialistas, a confiança na indústria volta a desacelerar influenciada pela piora da situação atual e, também, por perspectivas pessimistas com relação aos próximos meses. No setor da indústria, a percepção de piora ocorre mais intensamente nas categorias de uso de bens de consumo duráveis e não duráveis. 

O cenário é desafiador para a indústria, pois há o enfraquecimento no nível da demanda, taxa de juros elevada e inflação. Estes elementos, combinados, geram cautela nos empresários, que projetam redução na produção. 

Em maio, houve queda em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados. O Índice Situação Atual (ISA) e de Expectativas (IE) recuaram, ambos, 1,7 pontos. 

Para estes índices, o que mais influencia negativamente é a percepção do empresariado acerca do nível de demanda. Também, o indicador que mede o nível de estoque piorou, o que indica que o setor tem mais estoques do que o esperado. 

Em relação a perspectivas futuras, os empresários se mantêm pessimistas pelo segundo mês consecutivo, após melhoria ocorrida em março de 2023. 

Há piora da tendência de negócios e, em sentido contrário, o emprego previsto avançou 1,6 ponto. 

Os dados são provenientes da FGV IBRE. 

Reportagem: Luigi Mauri. Locução: Karina Chagas. 

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