Economia - Ibovespa·19 de julho de 2023

Ibovespa abre a quarta-feira (19) em queda

Em constantes oscilações nos últimos dias, o Ibovespa retornou ao patamar dos 117 mil pontos

Por Luigi Mauri
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O Ibovespa abriu a quarta-feira (19) em baixa de 0,32% e retorna ao patamar dos 117 mil pontos. O índice se encontra em 117.814 pontos. 

As recentes aberturas da bolsa de valores brasileira têm sido de constante oscilação de seu índice. Este padrão difere do que foi observado no mês anterior, com constantes altas do Ibovespa. 

Por um lado, a recente divulgação de dados do IPCA - principal índice que mede a inflação no Brasil - favoreceu a bolsa de valores brasileira. Os dados foram de deflação, o que sinaliza mais fortemente a queda da taxa de juros no país, a Selic, aumentando a atratividade da bolsa brasileira.

Por outro lado, no mercado externo há uma tensão referente a uma possível alta da taxa de juros nos Estados Unidos, o que torna mais atrativo investir naquele país.

Além disso, houve uma piora do humor dos mercados em vista da recente divulgação do crescimento do PIB chinês, abaixo do esperado pelas projeções de seu governo. Esses cenários são capazes de influenciar o que ocorre na bolsa de valores brasileira, sobretudo as ações de empresas ligadas a commodities internacionais. 

As ações de empresas ligadas ao minério de ferro e petróleo registraram baixa. Ações da Vale e da Petrobras tiveram queda de 0,6% e 0,9%, respectivamente. 

Apesar da queda, as ações da Vale e Petrobras estão entre as mais negociadas. Em seguida, está o Itaú, que também apresentou queda de 1,94% em seus papéis. 

O total do volume negociado na B3 é de R$18 bilhões. 

As ações com maiores altas são das empresas Yduqs (7,11%), Cogna (3,76%) e Alpargatas (4,04%). 

Os dados referentes à bolsa de valores brasileira podem ser consultados na B3. 

LOC.: O Ibovespa abriu a quarta-feira (19) em baixa de 0,32% e retorna ao patamar dos 117 mil pontos. O Índice se encontra em 117.814 pontos. 

As recentes aberturas da bolsa de valores brasileira têm sido de constante oscilação de seu índice. Este padrão difere do que foi observado no mês anterior, com altas do Ibovespa. 

Por um lado, a recente divulgação de dados do IPCA - principal índice que mede a inflação no Brasil - favoreceu a bolsa de valores brasileira. Os dados foram de deflação, o que sinaliza mais fortemente a queda da taxa de juros no país, a Selic, aumentando a atratividade da bolsa brasileira.

Por outro lado, no mercado externo há uma tensão referente a uma possível alta da taxa de juros nos Estados Unidos, o que torna mais atrativo investir naquele país.

Além disso, houve uma piora do humor dos mercados após a recente divulgação do crescimento do PIB chinês, abaixo do esperado pelas projeções do governo da China. Esses cenários são capazes de influenciar o que ocorre na bolsa de valores brasileira, principalmente as ações de empresas ligadas a commodities internacionais. 

As ações de empresas ligadas ao minério de ferro e petróleo registraram baixa. Ações da Vale e da Petrobras tiveram queda de 0,6% e 0,9%, respectivamente. 

Apesar da queda, as ações da Vale e Petrobras estão entre as mais negociadas. Em seguida, está o Itaú, que também apresentou queda de 1,94%. 

O total do volume negociado na B3 é de R$18 bilhões. 

As ações com maiores altas são das empresas Yduqs, Cogna e Alpargatas. 

Os dados referentes à bolsa de valores brasileira podem ser consultados na B3. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo. 

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