Economia - Ibovespa·16 de agosto de 2023

Ibovespa abre a quarta-feira (16) em baixa

A queda registrada na Bolsa de Valores brasileira foi de 0,55%

Por Luigi Mauri
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O Ibovespa abriu esta quarta-feira (16) em queda de 0,55% e despenca aos 116 mil pontos, mesmo patamar registrado em junho de 2023. Atualmente, o índice é cotado a 116.171 pontos.

Com isto, o Ibovespa registra onze quedas consecutivas. Esta sequência de aberturas negativas não era observada no Brasil desde a década de 1980.

O “mau-humor” registrado pelo mercado financeiro nesta quarta se deve, principalmente, ao rebaixamento da classificação de risco dos Estados Unidos pela agência Fitch, além da divulgação da taxa de empregos no país norte-americano, abaixo do esperado. 

No mercado interno, havia a expectativa de que o corte na taxa de juros favoreceria a Bolsa de Valores brasileira. Porém, o movimento do mercado contrariou as projeções. 

É possível também que o mercado tenha antecipado o corte esperado de juros, o que explica a valorização do índice nos dias anteriores à reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom.

Atualmente, o resultado financeiro negativo de algumas das principais empresas da Bolsa de Valores contribui para o mau desempenho do índice. 

As principais baixas ocorrem pelas ações das empresas GOL (GOLL4), Azul (AZUL4) e Petz (PETZ3), que caíram 12,50%, 6,60%, e 4,13%, respectivamente.

As altas ocorrem, sobretudo, por ações das empresas Vibra (VBBR3), BRF (BRF3) e Grupo Natura (NTCO3), que subiram 7,77%; 6,90%; e 5,50%, respectivamente. 

As ações mais negociadas são da Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Eletrobras (ELET3).  

O total do volume negociado na B3 é de R$ 26 bilhões.

Os dados referentes à Bolsa de Valores brasileira podem ser consultados no site da B3. 

LOC.: O Ibovespa abriu esta quarta-feira (16) em queda de 0,55% e despenca aos 116 mil pontos, mesmo patamar registrado em junho de 2023. Atualmente, o índice é cotado a 116.171 pontos.

Com isto, o Ibovespa registra onze quedas consecutivas. Esta sequência de aberturas negativas não era observada no Brasil desde a década de 1980.

O “mau-humor” registrado pelo mercado financeiro nesta quarta se deve, principalmente, ao rebaixamento da classificação de risco dos Estados Unidos pela agência Fitch, além da divulgação da taxa de empregos no país norte-americano, abaixo do esperado. 

No mercado interno, havia a expectativa de que o corte na taxa de juros favoreceria a Bolsa de Valores brasileira. Porém, o movimento do mercado contrariou as projeções. 

É possível também que o mercado tenha antecipado o corte esperado de juros, o que explica a valorização do índice nos dias anteriores à reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom.
Atualmente, o resultado financeiro negativo de algumas das principais empresas da Bolsa de Valores contribui para o mau desempenho do índice. 

As principais baixas ocorrem pelas ações das empresas GOL, Azul e Petz. Já as altas ocorrem, sobretudo, por ações das empresas Vibra, BRF e Grupo Natura. As ações mais negociadas são da Petrobras, Vale e Eletrobras. O total do volume negociado na B3 é de R$ 26 bilhões.

Os dados referentes à Bolsa de Valores brasileira podem ser consultados no site da B3. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo
 

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