Internacional·07 de março de 2019

Guaidó pede para Europa intensificar sanções contra governo de Maduro

A declaração foi dada após o chavista expulsar o embaixador da Alemanha, Daniel Martín Kriener, do país sul-americano

Por Juliana GonçalvesA carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.
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Juan Guaidó, presidente autodeclarado da Venezuela, pediu para a Europa intensificar as sanções econômicas contra o regime de Nicolás Maduro. A declaração foi dada após o chavista expulsar o embaixador da Alemanha, Daniel Martín Kriener, do país sul-americano. O apelo foi feito nesta quinta-feira (7) em entrevista a revista alemã Der Spiegel.

Segundo Guaidó, a comunidade internacional deve evitar que o dinheiro venezuelano seja utilizado para matar opositores do regime e povos indígenas.

Nicolás Maduro considerou o embaixador alemão uma pessoa ingrata e o acusou de "recorrentes atos de ingerência" em assuntos internos. O ditador deu ao diplomata 48 horas para sair do país.
Juan Guaidó disse ainda em entrevista que "condena veementemente" a decisão de Maduro e pediu a Kriener que ficasse na Venezuela.

O embaixador alemão foi um dos europeus que receberam Guiadó no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, na última segunda-feira (4). O presidente autodeclarado voltava de viagem após visitar vários países da América do Sul, entre eles o Brasil

Juan Guaidó, presidente autodeclarado da Venezuela, pediu para a Europa intensificar as sanções econômicas contra o regime de Nicolás Maduro. A declaração foi dada após o chavista expulsar o embaixador da Alemanha, Daniel Martín Kriener, do país sul-americano. O apelo foi feito nesta quinta-feira (7) em entrevista a revista alemã Der Spiegel.

Segundo Guaidó, a comunidade internacional deve evitar que o dinheiro venezuelano seja utilizado para matar opositores do regime e povos indígenas.

Nicolás Maduro considerou o embaixador alemão uma pessoa ingrata e o acusou de "recorrentes atos de ingerência" em assuntos internos. O ditador deu ao diplomata 48 horas para sair do país.
Juan Guaidó disse ainda em entrevista que "condena veementemente" a decisão de Maduro e pediu a Kriener que ficasse na Venezuela.

O embaixador alemão foi um dos europeus que receberam Guiadó no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, na última segunda-feira (4). O presidente autodeclarado voltava de viagem após visitar vários países da América do Sul, entre eles o Brasil.

Reportagem, Juliana Gonçalves 
 

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Sobre a repórter

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.