Brasil·06 de maio de 2019

Gráficas em MG não comprovam serviços a candidatas do PSL

Segundo a PF, há casos de gráficas que não prestaram qualquer serviço

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Uma investigação da Polícia Federal, que apura supostas candidaturas laranjas do PSL em Minas Gerais, não encontrou sinal de que as gráficas investigadas tenham de fato trabalhado para as concorrentes às vagas de deputado no pleito de 2018.

No dia 29 de abril deste ano, a PF fez uma operação e cumpriu mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte e em mais quatro cidades mineiras. Os agentes apreenderam documentos relativos à produção de material gráfico de campanhas eleitorais.  

As suspeitas foram levantadas porque as candidatas tiveram votações pouco expressivas, apesar de terem recebido dinheiro da sigla para investir na campanha. Segundo a PF, essas candidaturas estão ligadas ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Desde fevereiro, a Justiça de Minas Gerais apura se houve irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo partido a quatro candidatas nas eleições do ano passado. À época, o diretório estadual do PSL em Minas era presidido por Marcelo Álvaro Antônio.

No último sábado (4), uma reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo revelou que as quatro mulheres investigadas sob a suspeita de terem simulado concorrer a cargos de deputadas declararam à Justiça Eleitoral ter produzido material nestas gráficas.

A Polícia Federal informou que algumas gráficas comprovaram a prestação de serviço, mas em quantidade bem inferior à declarada pelas candidatas. Ainda segundo a PF, há casos de gráficas que não prestaram qualquer serviço.  

À Folha, o ministro Marcelo Álvaro Antônio negou as irregularidades e afirmou que os materiais não foram encontrados pela polícia porque foram utilizados durante a campanha.

Uma investigação da Polícia Federal, que apura supostas candidaturas laranjas do PSL em Minas Gerais, não encontrou sinal de que as gráficas investigadas tenham de fato trabalhado para as concorrentes às vagas de deputado no pleito de 2018.

No dia 29 de abril deste ano, a PF fez uma operação e cumpriu mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte e em mais quatro cidades mineiras. Os agentes apreenderam documentos relativos à produção de material gráfico de campanhas eleitorais.  

As suspeitas foram levantadas porque as candidatas tiveram votações pouco expressivas, apesar de terem recebido dinheiro da sigla para investir na campanha. Segundo a PF, essas candidaturas estão ligadas ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Desde fevereiro, a Justiça de Minas Gerais apura se houve irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo partido a quatro candidatas nas eleições do ano passado. À época, o diretório estadual do PSL em Minas era presidido por Marcelo Álvaro Antônio.

No último sábado (4), uma reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo revelou que as quatro mulheres investigadas sob a suspeita de terem simulado concorrer a cargos de deputadas declararam à Justiça Eleitoral ter produzido material nestas gráficas.

A Polícia Federal informou que algumas gráficas comprovaram a prestação de serviço, mas em quantidade bem inferior à declarada pelas candidatas. Ainda segundo a PF, há casos de gráficas que não prestaram qualquer serviço.  

À Folha, o ministro Marcelo Álvaro Antônio negou as irregularidades e afirmou que os materiais não foram encontrados pela polícia porque foram utilizados durante a campanha.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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