Saúde - Telemedicina·30 de julho de 2020

Governo usa telemedicina para atender indígenas no Amazonas

Atendimento pela internet diminui o tempo de espera para consultas e dispensa deslocamentos em áreas isoladas

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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Para facilitar o acesso de indígenas a atendimento médico, o Ministério da Saúde está testando um sistema de consultas pela internet. O projeto está sendo aplicado no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Negro, no Amazonas. O objetivo é diminuir o tempo de espera e evitar que os pacientes tenham que se deslocar a grandes cidades para conseguir ver um médico.

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Por meio da internet, os moradores da região vão ser atendidos por especialistas do Hospital das Forças Armadas (HFA), de Brasília (DF), e do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo (SP). Serão fornecidas consultas de psiquiatria, reumatologia, cardiologia, ortopedia, neurologia pediátrica, cirurgia geral, urologia, neurologia e pneumologia.

Antes, os pacientes passam por uma fase de triagem, feita pela Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI). Atendimentos presenciais estão sendo feitos no 1º Pelotão Especial de Fronteira do Exército Brasileiro, em Iauaretê (AM) e no Hospital de Guarnição de São Gabriel da Cachoeira (AM) .

 Para facilitar o acesso de indígenas a atendimento médico, o Ministério da Saúde está testando um sistema de consultas pela internet. O projeto está sendo aplicado no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Negro, no Amazonas. O objetivo é diminuir o tempo de espera e evitar que os pacientes tenham que se deslocar a grandes cidades para conseguir ver um médico.

Por meio da internet, os moradores da região vão ser atendidos por especialistas do Hospital das Forças Armadas (HFA), de Brasília (DF), e do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo (SP). Serão fornecidas consultas de psiquiatria, reumatologia, cardiologia, ortopedia, neurologia pediátrica, cirurgia geral, urologia, neurologia e pneumologia.

Antes, os pacientes passam por uma fase de triagem, feita pela Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI). Atendimentos presenciais estão sendo feitos no 1º Pelotão Especial de Fronteira do Exército Brasileiro, em Iauaretê (AM) e no Hospital de Guarnição de São Gabriel da Cachoeira (AM) .

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.