Economia - Municípios·29 de junho de 2020

Governo finaliza repasse de R$ 592 milhões de Transferências Especiais a estados e municípios

Dinheiro foi destinado por meio de emendas parlamentares impositivas

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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O governo federal terminou de pagar a 14 estados e 1,5 mil municípios os R$ 592,4 milhões de transferências especiais definidas por parlamentares. O repasse foi feito pela plataforma +Brasil, que permite o acompanhamento das emendas. Por lá, o cidadão pode consultar o valor e quem vai receber os repasses. No total, foram 1.554 destinações de recursos. A maior quantidade foi destinada para o Estado da Bahia, que vai receber 12 milhões de reais em transferências especiais.

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As transferências especiais foram criadas no final do ano passado por meio da Emenda Constitucional 105. Elas funcionam de forma diferente das outras emendas parlamentares, já que são impositivas e não têm destino definido, como a construção de pontes, escolas e o asfaltamento de ruas, por exemplo. Em vez disso, os prefeitos e gestores municipais podem escolher onde aplicar o dinheiro.

O governo federal terminou de pagar a 14 estados e 1500 municípios os R$ 592,4 milhões de transferências especiais definidas por parlamentares. O repasse foi feito pela plataforma +Brasil, que permite o acompanhamento das emendas. Por lá, o cidadão pode consultar o valor e quem vai receber os repasses. No total, foram 1.554 destinações de recursos. A maior quantidade foi destinada para o Estado da Bahia, que vai receber 12 milhões de reais em transferências especiais.

As transferências especiais foram criadas no final do ano passado por meio da Emenda Constitucional 105. Elas funcionam de forma diferente das outras emendas parlamentares, já que são impositivas e não têm destino definido, como a construção de pontes, escolas e o asfaltamento de ruas, por exemplo. Em vez disso, os prefeitos e gestores municipais podem escolher onde aplicar o dinheiro.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.