Brasil·05 de junho de 2020

Governo federal retoma obras de moradias populares em três estados

Construção de apartamentos em Curitiba estava parada há dois anos devido à falência da construtora responsável

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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O Ministério do Desenvolvimento Regional concluiu a substituição de três construtoras que estavam a frente de três empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. A pasta afirma que, quando entregues, os apartamentos em construção nos municípios de  Curitiba (PR), Euclides da Cunha (BA) e Vigia (PA) vão garantir a moradia de cerca de três mil pessoas. 

As pessoas contempladas integram a fase 1 do programa federal, que atende famílias com renda de até R$ 1,8 mil. O residencial Theo Atherino, por exemplo, localizado na capital paranaense, começou a ser construído em 2013 e desde 2018 está parado, pois a construtora responsável pela obra decretou falência. Com a troca da empresa responsável, e 88% das obras concluídas, o Ministério do Desenvolvimento Regional precisou fazer um novo aporte de cerca de R$ 4,2 milhões.

Até o final de abril, de acordo com o governo federal, já foram entregues 105 mil residências para beneficiários do Minha Casa, Minha Vida. As obras do programa criado em 2009 são financiadas com recursos do FGTS. 

 O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) concluiu a substituição de três construtoras que estavam a frente de três empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. A pasta afirma que, quando entregues, os apartamentos em construção nos municípios de  Curitiba (PR), Euclides da Cunha (BA) e Vigia (PA) vão garantir a moradia de cerca de três mil pessoas. 

As pessoas contempladas integram a fase 1 do programa federal, que atende famílias com renda de até R$ 1,8 mil. O residencial Theo Atherino, por exemplo, localizado na capital paranaense, começou a ser construído em 2013 e desde 2018 está parado, pois a construtora responsável pela obra decretou falência. Com a troca da empresa responsável, e 88% das obras concluídas, o Ministério do Desenvolvimento Regional precisou fazer um novo aporte de cerca de R$ 4,2 milhões.

Até o final de abril, de acordo com o governo federal, já foram entregues 105 mil residências para beneficiários do Minha Casa, Minha Vida. As obras do programa criado em 2009 são financiadas com recursos do FGTS. 

Reportagem, Paulo Oliveira

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Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.