Meio Ambiente·17 de julho de 2020

Governo Federal proíbe queimadas em todo o país por 120 dias

Norma estabelece algumas exceções para a suspensão. Entre elas, estão: práticas agrícolas de subsistência executadas pelas populações tradicionais e indígenas; atividades de pesquisa científica autorizadas pelo órgão ambiental competente

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
Áudio · 00:01:11
Ouvir áudio · 00:01:11Copiar texto

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que proíbe as queimadas em todo o país por 120 dias. A norma vale desde a última quinta-feira (16) e consta no Diário Oficial da União. A medida vem após a Amazônia registra recorde de desmatamento no mês de junho desde 2015.

Em nota enviada à imprensa, a Secretaria Geral da Presidência da República informou que a maior incidência de queimadas ocorre entre agosto e outubro. O decreto suspende a permissão do emprego do fogo, prevista em um outro decreto do ano de 1998. Apenas em alguns casos específicos, a prática será permitida, de acordo com a norma.

MMA cria programa que valoriza quem preserva florestas nativas do país

Justiça bloqueia transporte de madeira em municípios do Norte, Centro-Oeste e Sul do país

São eles: práticas de prevenção e combate a incêndios feitos ou supervisionados por instituições públicas; práticas agrícolas de subsistência executadas pelas populações tradicionais e indígenas; atividades de pesquisa científica autorizadas pelo órgão ambiental competente; controle fitossanitário, desde que autorizado pelo órgão ambiental e queimas controladas em áreas fora da Amazônia Legal e do Pantanal, quando imprescindíveis à realização de práticas agrícolas.

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que proíbe as queimadas em todo o país por 120 dias. A norma vale desde a última quinta-feira (16) e consta no Diário Oficial da União. A medida vem após a Amazônia registra recorde de desmatamento no mês de junho desde 2015.

Em nota enviada à imprensa, a Secretaria Geral da Presidência da República informou que a maior incidência de queimadas ocorre entre agosto e outubro. O decreto suspende a permissão do emprego do fogo, prevista em um outro decreto do ano de 1998. Apenas em alguns casos específicos, a prática será permitida, de acordo com a norma.

São eles: práticas de prevenção e combate a incêndios feitos ou supervisionados por instituições públicas; práticas agrícolas de subsistência executadas pelas populações tradicionais e indígenas; atividades de pesquisa científica autorizadas pelo órgão ambiental competente; controle fitossanitário, desde que autorizado pelo órgão ambiental e queimas controladas em áreas fora da Amazônia Legal e do Pantanal, quando imprescindíveis à realização de práticas agrícolas.

Reportagem, Felipe Moura.

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.