Política·06 de março de 2020

Governo federal determina saída de diplomatas da Venezuela e quer que Nicolás Maduro faça o mesmo no Brasil

O Brasil compõe o grupo de aproximadamente 50 países que consideram o governo de Maduro ilegítimo, reconhecendo, assim, o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino

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O governo federal determinou a saída de quatro diplomatas brasileiros e de 11 funcionários que atuam na embaixada, na Venezuela. Agora, o Brasil quer que o governo do país vizinho faça o mesmo em relação aos diplomatas que atuam na embaixada do Brasil. A decisão sobre a remoção foi publicada na edição desta quinta-feira (5) do Diário Oficial da União. 

Desde que assumiu a presidência da República, Jair Bolsonaro tem travado embates com Nicolás Maduro. Logo no início do mandato, o presidente brasileiro atuou junto com os Estados Unidos para pressionar a queda de Maduro do governo venezuelano.  

O Brasil compõe o grupo de aproximadamente 50 países que consideram o governo de Maduro ilegítimo, reconhecendo, assim, o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino.

Apesar das desavenças, a equipe de Bolsonaro, no entanto, descarta participação do Brasil em uma eventual intervenção direta na Venezuela para derrubar Nicolás Maduro.

O governo federal determinou a saída de quatro diplomatas brasileiros e de 11 funcionários que atuam na embaixada, na Venezuela. Agora, o Brasil quer que o governo do país vizinho faça o mesmo em relação aos diplomatas que atuam na embaixada do Brasil. A decisão sobre a remoção foi publicada na edição desta quinta-feira (5) do Diário Oficial da União. 

Desde que assumiu a presidência da República, Jair Bolsonaro tem travado embates com Nicolás Maduro. Logo no início do mandato, o presidente brasileiro atuou junto com os Estados Unidos para pressionar a queda de Maduro do governo venezuelano.  

O Brasil compõe o grupo de aproximadamente 50 países que consideram o governo de Maduro ilegítimo, reconhecendo, assim, o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino.

Apesar das desavenças, a equipe de Bolsonaro, no entanto, descarta participação do Brasil em uma eventual intervenção direta na Venezuela para derrubar Nicolás Maduro.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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