Economia·02 de junho de 2020

Governo estuda 4ª parcela do auxílio emergencial durante pandemia

Valor atual de R$ 600 pode ser reduzido; Legislativo defende mesmo valor e permanência do auxílio por mais tempo

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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O governo federal anunciou na última semana (28) que estuda a possibilidade de uma quarta parcela do auxílio emergencial para os prejudicados pela pandemia. O valor de R$ 600 ainda será revisto, podendo ser reduzido. 

Inicialmente, o beneficiário tem direito a até três parcelas do auxílio. Podem receber a ajuda os trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. Até o momento, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o dinheiro, de acordo com a Caixa Econômica Federal. Cada parcela custa aos cofres públicos quase R$ 50 bilhões de reais. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a permanência do auxílio emergencial por mais tempo e com o mesmo valor de R$ 600. 

O governo estuda, ainda, outras medidas para a retomada da economia após a pandemia do novo coronavírus, como o programa Carteira Verde e Amarela, medida que flexibiliza direitos trabalhistas para facilitar contratações. 

O governo federal anunciou na última semana (28) que estuda a possibilidade de uma quarta parcela do auxílio emergencial para os prejudicados pela pandemia. O valor de R$ 600 ainda será revisto, podendo ser reduzido. 

Inicialmente, o beneficiário tem direito a até três parcelas do auxílio. Podem receber a ajuda os trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. Até o momento, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o dinheiro, de acordo com a Caixa Econômica Federal. Cada parcela custa aos cofres públicos quase R$ 50 bilhões de reais. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a permanência do auxílio emergencial por mais tempo e com o mesmo valor de R$ 600. 

O governo estuda, ainda, outras medidas para a retomada da economia após a pandemia do novo coronavírus, como o programa Carteira Verde e Amarela, medida que flexibiliza direitos trabalhistas para facilitar contratações. 

Reportagem, Jalila Arabi. 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.