Brasil·27 de julho de 2019

Governo brasileiro oficializa aos EUA consulta sobre indicação de Eduardo Bolsonaro para cargo de embaixador

Informação foi confirmada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; não há prazo para resposta do governo americano

Por Paulo HenriqueFormado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.
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O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, confirmou que o governo brasileiro oficializou consulta aos Estados Unidos sobre a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, para o cargo de embaixador no país. O procedimento é comum na diplomacia, mas não há prazo definido para resposta do governo americano.

Araújo falou sobre o tema após participar de encontro com chanceleres de países que integram o Brics, grupo emergente formado por Rússia, China, Índia e África do Sul, além do Brasil. O ministro das Relações Exteriores elogiou Eduardo Bolsonaro e afirmou que o deputado federal tem as atribuições necessárias ser embaixador.

“Reitero a minha grande certeza que, a ser concedido esse ‘agrément’ (consentimento) pelo governo americano, que o Eduardo Bolsonaro seria um grande embaixador em Washigton”, declarou.

A indicação de Eduardo Bolsonaro, no entanto, não depende somente do aval do governo americano. Pela lei, o deputado federal é obrigado a passar por sabatina do Senado. O filho do presidente precisa da aprovação dos integrantes da Comissão de Relações Exteriores. Depois, terá o nome submetido à votação no Plenário da Casa, onde precisa da maioria simples dos votos dos senadores para ser nomeado.

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A indicação de Eduardo Bolsonaro, no entanto, não depende somente do aval do governo americano. Pela lei, o deputado federal é obrigado a passar por sabatina do Senado. O filho do presidente precisa da aprovação dos integrantes da Comissão de Relações Exteriores. Depois, terá o nome submetido à votação no Plenário da Casa, onde precisa da maioria simples dos votos dos senadores para ser nomeado.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

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Sobre a repórter

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.