Economia - Obras·09 de agosto de 2020

GO: Oficina do “Destrava” garante subsídios para retomada de obras paradas no estado

O encontro foi realizado para que se pudesse entender as principais causas que levam à paralisação de tantas obras no Brasil

Por Lucas RodriguesGraduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasilia, estagiou na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). É produtor multimídia experiente na área de áudio visual, e em transmissões ao vivo. Entrou na equipe do Brasil 61 compondo a equipe de Follow de mídia, passando pela reportagem e agora faz parte da equipe de Audio Designer`s.
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A falta de transição entre os governos, assim como a demora na aprovação do termo de compromisso e no repasse dos recursos federais estão entre os motivos que, na avaliação de prefeitos de Goiás, mais impactam na continuidade das obras. A conclusão foi estabelecida durante uma reunião da equipe do Programa Integrado para Retomada de Obras (Destrava), juntamente com gestores de 27 cidades do estado. 

O encontro foi realizado para que se pudesse entender as principais causas que levam à paralisação de tantas obras no Brasil. Goiás foi escolhido para receber inicialmente o Programa e desenvolver projetos e modelos que também possam ser aplicados em outras Unidades da Federação.

Na avaliação do secretário do TCU em Goiás, coordenador do Fórum goiano de Combate à Corrupção (Focco) e do Destrava no estado, André Acevedo, o encontro foi produtivo e conseguiu aproximar as partes que apresentarão soluções para destravar as obras paralisadas ou em atraso. Segundo ele, agora o estado tem “subsídios que que irão ajudar a traçar as novas estratégias do Destrava em Goiás”.

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A oficina contou com a participação de representantes dos órgãos envolvidos no processo de execução das obras públicas, como o FNDE, o Tribunal de Contas da União (TCU),  o Ministério Público de Goiás, o Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

A falta de transição entre os governos, assim como a demora na aprovação do termo de compromisso e no repasse dos recursos federais estão entre os motivos que, na avaliação de prefeitos de Goiás, mais impactam na continuidade das obras. A conclusão foi estabelecida durante uma reunião da equipe do Programa Integrado para Retomada de Obras (Destrava), juntamente com gestores de 27 cidades do estado. 

O encontro foi realizado para que se pudesse entender as principais causas que levam à paralisação de tantas obras no Brasil. Goiás foi escolhido para receber inicialmente o Programa e desenvolver projetos e modelos que também possam ser aplicados em outras Unidades da Federação.

Na avaliação do secretário do TCU em Goiás, coordenador do Fórum goiano de Combate à Corrupção (Focco) e do Destrava no estado, André Acevedo, o encontro foi produtivo e conseguiu aproximar as partes que apresentarão soluções para destravar as obras paralisadas ou em atraso. Segundo ele, agora o estado tem “subsídios que que irão ajudar a traçar as novas estratégias do Destrava em Goiás”.

A oficina contou com a participação de representantes dos órgãos envolvidos no processo de execução das obras públicas, como o FNDE, o Tribunal de Contas da União (TCU),  o Ministério Público de Goiás, o Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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Sobre a repórter

Lucas Rodrigues

Graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasilia, estagiou na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). É produtor multimídia experiente na área de áudio visual, e em transmissões ao vivo. Entrou na equipe do Brasil 61 compondo a equipe de Follow de mídia, passando pela reportagem e agora faz parte da equipe de Audio Designer`s.