Brasil - Violência doméstica·11 de julho de 2020

Gestoras municipais se reúnem com Ministério da Mulher para discutir violência doméstica

Reunião foi para coordenar campanha “Sinal vermelho contra a violência doméstica”

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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A campanha “Sinal vermelho contra a violência doméstica” está em expansão pelo país: gestoras municipais e de organismos de políticas para as mulheres (OPM) de todo Brasil se reuniram com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) para discutir ações da campanha. Estiveram presentes integrantes da Patrulha Maria da Penha, de unidades especializadas em medidas protetivas em caso de violência contra a mulher, e coordenadoras das seis Casas da Mulher Brasileira (CMB) do país. 

Governo lança campanha que incentiva denúncias de violência doméstica

A campanha foi lançada em junho pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Ela consiste na mobilização de drogarias como pontos de suporte a mulheres em situação de violência. Para isso, a vítima desenha um “X” na mão, sinal que significa um pedido de ajuda. Ao ver o sinal, atendentes devem acionar os órgãos competentes. Cerca de 10 mil farmácias, filiadas a duas associações do setor, já fazem parte e contribuem com a iniciativa.

 A campanha “Sinal vermelho contra a violência doméstica” está em expansão pelo país: gestoras municipais e de organismos de políticas para as mulheres (OPM) de todo Brasil se reuniram com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) para discutir ações da campanha. Estiveram presentes integrantes da Patrulha Maria da Penha, de unidades especializadas em medidas protetivas em caso de violência contra a mulher, e coordenadoras das seis Casas da Mulher Brasileira (CMB) do país. 

A campanha foi lançada em junho pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Ela consiste na mobilização de drogarias como pontos de suporte a mulheres em situação de violência. Para isso, a vítima desenha um “X” na mão, sinal que significa um pedido de ajuda. Ao ver o sinal, atendentes devem acionar os órgãos competentes. Cerca de 10 mil farmácias, filiadas a duas associações do setor, já fazem parte e contribuem com a iniciativa.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.