Política - Eleições 2020·15 de novembro de 2020

Gean é reeleito em Florianópolis com 53,46% dos votos

A cidade foi a primeira capital brasileira a definir a disputa

Por Rafaela GonçalvesJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.
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O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), foi reeleito para o cargo ao vencer a disputa no primeiro turno. A cidade foi a primeira capital brasileira a definir a disputa neste ano. Com 100% das urnas apuradas às 19h50, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato levou 53,46%.

Pouco mais de meia hora depois da abertura das urnas, o atual mandatário da capital de Santa Catarina já contava com mais de 54% dos votos apurados, inviabilizando que algum oponente alcançasse margem para levar a disputa ao segundo turno.

Ao todo dez candidatos disputaram a prefeitura. O candidato do PSOL, Professor Elson, totalizou 18,13% dos votos totais, e Pedrão (PL) ficou na terceira colocação, com 14,21% do total.

Em suas redes sociais, o prefeito agradeceu aos eleitores por permitirem que pela primeira vez em mais de 20 anos um prefeito fosse reeleito, com a maior votação já existente em primeiro turno e afirmou ainda que o trabalho será dobrado em seu novo mandato. 

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Gean Loureiro iniciou a carreira política em 1992, sendo vereador mais jovem eleito na capital catarinense. Ele permaneceu no legislativo municipal por cinco mandatos consecutivos, até assumir cargo de deputado federal em 2011. Foi candidato a prefeito de Florianópolis em 2012, mas ficou em segundo lugar. Em 2014, foi eleito deputado estadual e manteve o cargo até 2016, quando foi venceu a disputa pela Prefeitura de capital de Santa Catarina pela primeira vez. 

A campanha deste ano foi marcada pela acusação de estupro de uma ex-servidora, candidata a vereadora pelo mesmo partido. Loureiro negou a acusação e afirmou ter sido vítima de uma “armação eleitoral”, em um vídeo divulgado em suas redes sociais, o prefeito afirma que a relação foi consensual.

Em Santa Catarina 14 pessoas foram apreendidas, sendo 10 por boca de urna e quatro por corrupção eleitoral. O estado ainda precisou substituir 152 urnas. 

 O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), foi reeleito para o cargo ao vencer a disputa no primeiro turno. A cidade foi a primeira capital brasileira a definir a disputa neste ano. Com 100% das urnas apuradas às 19h50, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato levou 53,46%.

Pouco mais de meia hora depois da abertura das urnas, o atual mandatário da capital de Santa Catarina já contava com mais de 54% dos votos apurados, inviabilizando que algum oponente alcançasse margem para levar a disputa ao segundo turno.

Ao todo dez candidatos disputaram a prefeitura. O candidato do PSOL, Professor Elson, totalizou 18,13% dos votos totais, e Pedrão (PL) ficou na terceira colocação, com 14,21% do total.

Em suas redes sociais, o prefeito agradeceu aos eleitores por permitirem que pela primeira vez em mais de 20 anos um prefeito fosse reeleito, com a maior votação já existente em primeiro turno e afirmou ainda que o trabalho será dobrado em seu novo mandato. 

Gean Loureiro iniciou a carreira política em 1992, sendo vereador mais jovem eleito na capital catarinense. Ele permaneceu no legislativo municipal por cinco mandatos consecutivos, até assumir cargo de deputado federal em 2011. Foi candidato a prefeito de Florianópolis em 2012, mas ficou em segundo lugar. Em 2014, foi eleito deputado estadual e manteve o cargo até 2016, quando foi venceu a disputa pela Prefeitura de capital de Santa Catarina pela primeira vez. 

A campanha deste ano foi marcada pela acusação de estupro de uma ex-servidora, candidata a vereadora pelo mesmo partido. Loureiro negou a acusação e afirmou ter sido vítima de uma “armação eleitoral”, em um vídeo divulgado em suas redes sociais, o prefeito afirma que a relação foi consensual.

Em Santa Catarina 14 pessoas foram apreendidas, sendo 10 por boca de urna e quatro por corrupção eleitoral. O estado ainda precisou substituir 152 urnas. 

Reportagem, Rafaela Gonçalves.

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Sobre a repórter

Rafaela Gonçalves

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.