Meio Ambiente·25 de novembro de 2019

Gases do efeito estufa atingem recordes de concentração em 2018

Organização Meteorológica Mundial aponta crescimento de 147% em relação ao período pré-industrial

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
Áudio · 00:01:34
Ouvir áudio · 00:01:34Copiar texto

O nível de concentração dos principais gases do efeito estufa atingiram os maiores níveis em 2018. Pelo menos é o que aponta a Organização Meteorológica Mundial, instituição ligada à Organização das Nações Unidas. 

O dióxido de carbono (CO2), resíduo proveniente de diversas atividades humanas e um dos principais causadores do efeito climático, atingiu no ano passado uma concentração de 407,8 partes por milhão. A marca é um recorde e ultrapassa em 147% do que foi registrado no período pré-industrial, de 1750. Outras substâncias, como o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O) tiveram suas taxas anuais elevadas, acima das médias registradas nas últimas décadas. 

A pesquisa ainda revela que não há indícios para uma redução na emissão dos gases. O documento leva em conta os gases que são emitidos na atmosfera e permanecem nela. 

Estados Unidos, China, União Europeia e índia representam mais da metade das emissões de gases. Vale lembrar que, no início de novembro, o presente norte-americano, Donald Trump, oficializou a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, tratado de 2015 que traçou metas para os países sobre o aquecimento global.

O relatório foi divulgado dias antes da reunião anual da ONU sobre as mudanças climáticas. O COP25 é a conferência anual com os países da ONU sobre as mudanças do clima. Em 2015 ela chega a 25ª edição está marcada para o período entre 2 e 13 dezembro em Madri. 

O nível de concentração dos principais gases do efeito estufa atingiram os maiores níveis em 2018. Pelo menos é o que aponta a Organização Meteorológica Mundial, instituição ligada à Organização das Nações Unidas. 

O dióxido de carbono (CO2), resíduo proveniente de diversas atividades humanas e um dos principais causadores do efeito climático, atingiu no ano passado uma concentração de 407,8 partes por milhão. A marca é um recorde e ultrapassa em 147% do que foi registrado no período pré-industrial, de 1750. Outras substâncias, como o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O) tiveram suas taxas anuais elevadas, acima das médias registradas nas últimas décadas. 

A pesquisa ainda revela que não há indícios para uma redução na emissão dos gases. O documento leva em conta os gases que são emitidos na atmosfera e permanecem nela. 

Estados Unidos, China, União Europeia e índia representam mais da metade das emissões de gases. Vale lembrar que, no início de novembro, o presente norte-americano, Donald Trump, oficializou a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, tratado de 2015 que traçou metas para os países sobre o aquecimento global.

O relatório foi divulgado dias antes da reunião anual da ONU sobre as mudanças climáticas. O COP25 é a conferência anual com os países da ONU sobre as mudanças do clima. Em 2015 ela chega a 25ª edição está marcada para o período entre 2 e 13 dezembro em Madri. 

Reportagem, Raphael Costa
 

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.