Saúde·20 de dezembro de 2017

FRUTUOSO GOMES (RN): Especialista no combate Dengue conta como foi conviver com a doença

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; text-align: justify;">Caro amigo comunicador, preparamos um conte&uacute;do a ser divulgado especialmente em Frutuoso Gomes e regi&atilde;o, lembrando os moradores sobre a import&acirc;ncia de se combater o mosquito da Dengue. Na reportagem, a coordenadora de Vigil&acirc;ncia do munic&iacute;pio, F&aacute;tima Ara&uacute;jo, orienta a popula&ccedil;&atilde;o sobre a necessidade da campanha contra a doen&ccedil;a e, para uma maior sensibiliza&ccedil;&atilde;o dos moradores. F&aacute;tima tamb&eacute;m j&aacute; contraiu a doen&ccedil;a transmitida pelo Aedes, e, por isso, tamb&eacute;m d&aacute; um depoimento sobre sua experi&ecirc;ncia com a doen&ccedil;a para sensibilizar os moradores. Esperamos que voc&ecirc; que aproveite esse material e nos ajude a lutar contra o mosquito. Abra&ccedil;os!</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:12.0pt;&#10;line-height:115%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Você sabia que em 2017 o município de Frutuoso Gomes entrou no Mapa de Risco de infestação do mosquito da Dengue? Pois é, esse é um assunto sério. Os moradores da cidade e do entorno, da microrregião de Umarizal, devem ficar ligados. A coordenadora de Vigilância da Secretaria de Saúde do município, Fátima Araújo, destaca que o perigo está em casa. Em todo o Rio Grande do Norte, o principal criadouro do mosquito está nos reservatórios domésticos de água.

“Nós estamos enfrentando cinco anos de seca, né? Então as pessoas armazenam muita água, em vasilhas, em baldes, em caixas d’água. E, muitas vezes, não tampam direitinho, aí deixa brechas pra que aconteça a proliferação do mosquito.”

Pois é. Não adianta estar ciente do perigo e não tomar uma atitude. Fátima conta ainda que, antes de ser coordenadora de Vigilância, pegou Dengue, junto com alguns familiares. Ela conta que, na rua Ernesto Ferreira, onde sua avó Expedita Fernandes morava, havia uma moradora que não deixava a vigilância fazer a inspeção na casa dela. Foi preciso chamar a polícia para conseguir entrar na casa e eliminar os focos do mosquito. Fátima conta como foi a experiência com a doença.

“Ave Maria, eu não gosto nem de pensar, porque eu tinha tanto medo de pegar Dengue, devido ao pessoal reclamar que era ruim, que a boca amarga, que dá muita febre. E tudo isso eu senti. É horrível. E quando ela vem só com febre, com a boca amarga, você não consegue comer nada. É horrível. Até a água amarga. É muita febre, é muita dor no corpo. E tem que pedir a Deus pra não vir a Dengue hemorrágica, né? Porque você sabe que é pior. Mas é horrível. É uma doença que eu morro de medo. Eu já tive e morro de medo. Eu não junto nem água na minha casa porque eu morro de medo.”

O combate à Dengue é uma luta de todos. Colabore você também e incentive sua vizinhança a lutar contra a doença. Lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

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