Em 2017, Floresta apresentou redução nos casos notificados das três doenças transmitidas pelo mosquito. De acordo com o coordenador de Planejamento da Secretaria de Saúde, Flávio Laranjeira, no ano de 2016, houve uma epidemia e foram notificados, aproximadamente, 600 casos de Dengue, Zika e Chikungunya. Em 2017, esse número caiu para seis notificações de Dengue e duas de Chikungunya. Para o coordenador, ainda falta conscientização da população para ajudar a combater os focos dentro de casa.
“Em todo o território nacional e, principalmente, nos municípios menores, a taxa de infestação do mosquito, ela é muito percebida em um número muito elevado nas residências. Acredita-se que o hábito da população de reservar água, principalmente nessas regiões que sofrem com longos períodos de estiagem, gera essa situação dessa alta taxa de infestação nas residências.”
O coordenador afirma que, com o início do período chuvoso na região, é esperado um aumento no número de recipientes com água. Por isso, o município já está em alerta para 2018. Para o coordenador do Programa Nacional de Controle da Malária e Doenças Transmitidas pelo Aedes, Divino Valero, a população também deve ter cuidado com o lixo descartado, pois esse material também pode ser transformado em criadouros do mosquito.
“O Aedes é conhecido como um mosquito doméstico justamente porque ele consegue se adaptar em tudo que o homem descarta. O que ele descarta? É o chamado lixo. É um copo, é uma latinha, é um balde velho, é todo e qualquer depósito que tenha, ou que possa conter água. Imagine chuva nesses depósitos que nós falamos agora. Todos eles viram maternidade de mosquito. Então, é fundamental que nós trabalhemos e cobremos e possamos contribuir para a diminuição desse tipo de lixo, desses tipos de reservatórios.”
Com medidas simples, você pode impedir que o mosquito se prolifere. Fiscalize acúmulos de água em pneus, garrafas, vasos de plantas, caixas d’água e baldes. Faça a sua parte e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida e o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.