Política·22 de fevereiro de 2019

Flávio Bolsonaro rebate afirmações contra ele em reportagem da Isto É

Flávio, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, disse que a revista fez uma “ilação irresponsável" ao vinculá-lo com "candidaturas irregulares e a milícia carioca"

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Por Marquezan Araújo

Uma nota divulgada pela assessoria de imprensa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirma que o político ‘repudia’ as informações de uma reportagem da revista Isto É, envolvendo o nome dele. 

Segundo a publicação, cheques de campanha de Flávio teriam sido assinados por Valdenice de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira. Os dois foram presos em operação conduzida por policiais e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

Flávio, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, disse que a revista fez uma “ilação irresponsável" ao vinculá-lo com "candidaturas irregulares e a milícia carioca", em uma tentativa de "denegrir" a imagem dele.

De acordo com a nota, por ser tesoureira geral do PSL, Vai “Tinha como determinação legal a obrigação de assinar cheques do partido em conjunto e jamais em nome do atual senador.”

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa de Flávio, “em relação aos serviços de prestação de contas eleitorais, não houve qualquer direcionamento do partido sobre a escolha dos profissionais de assessoria contábil e jurídica.” 

A nota divulgada destaca que “todas as prestações de contas foram aprovadas, ratificando a legalidade e lisura durante o processo eleitoral”.

O texto divulgado pela assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro termina com a declaração de que “o senador repudia as acusações e clama por uma apuração correta, responsável e honesta dos fatos. 

 

Uma nota divulgada pela assessoria de imprensa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirma que o político ‘repudia’ as informações de uma reportagem da revista Isto É, envolvendo o nome dele. 

Segundo a publicação, cheques de campanha de Flávio teriam sido assinados por Valdenice de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira. Os dois foram presos em operação conduzida por policiais e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

Flávio, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, disse que a revista fez uma “ilação irresponsável" ao vinculá-lo com "candidaturas irregulares e a milícia carioca", em uma tentativa de "denegrir" a imagem dele.

De acordo com a nota, por ser tesoureira geral do PSL, Vai “Tinha como determinação legal a obrigação de assinar cheques do partido em conjunto e jamais em nome do atual senador.”

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa de Flávio, “em relação aos serviços de prestação de contas eleitorais, não houve qualquer direcionamento do partido sobre a escolha dos profissionais de assessoria contábil e jurídica.” 

A nota divulgada destaca que “todas as prestações de contas foram aprovadas, ratificando a legalidade e lisura durante o processo eleitoral”.

O texto divulgado pela assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro termina com a declaração de que “o senador repudia as acusações e clama por uma apuração correta, responsável e honesta dos fatos. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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