Saúde·03 de junho de 2020

Fiocruz elabora relatório para auxiliar o Rio de Janeiro com as medidas de distanciamento social

O documento foi produzido pelo Grupo de Trabalho sobre Distanciamento Social no âmbito do Observatório Covid-19 da Fiocruz

Por Alexandre PenidoProfissional com bacharelado em Comunicação Social - Jornalismo, com mais de 11 anos de formado. Nove anos de experiência profissional em assessoria de imprensa e radiojornalismo institucional, relacionados à saúde e à política. Atuação em campanha política de rádioweb e coordenação da Web Rádio Saúde do Ministério da Saúde. Participação no atendimento de temas relevantes para saúde como Zika Vírus, Mais Médicos, Gripe, Ebola, Judicialização de medicamentos, Orçamento da Saúde, Economia da Saúde.
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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), elaborou um relatório a pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), para auxiliar o estado sobre as medidas de distanciamento social na região. O documento foi produzido pelo Grupo de Trabalho sobre Distanciamento Social no âmbito do Observatório Covid-19 da Fiocruz.

De acordo com o relatório as medidas de distanciamento social devem ser encaradas como temporárias e devem estar combinadas com as ações de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre elas, a capacidade de vigilância e controle da transmissão da doença, como nas relacionadas à rede de saúde, incluindo leitos hospitalares e UTIs, por exemplo.

Os pesquisadores destacaram também as medidas distanciamento social, mesmo sendo importantes para o enfrentamento da Covid-19, não devem ser tratadas como um fim em si mesmas, pois o seu prolongamento também contribui para outros impactos na saúde, como os relacionados à saúde mental ou a violência doméstica. 

O grupo de trabalho ressaltou que três questões são fundamentais para o distanciamento social: primeiro que as decisões, para serem seguras, devem ser tomadas com bases em dados e evidências científicas sobre a Covid-19.  Considerando a necessidade de dados regulares e confiáveis sobre a evolução da pandemia. Além da e informações sobre a infraestrutura dos serviços, equipamentos e insumos disponíveis no SUS.

E segundo lugar os pesquisadores destacam para os critérios de entrada e saída do isolamento social. Para o grupo de trabalho a decisão deve ser tomada com ampla participação da sociedade, que precisa estar bem informada e envolvida nesse processo, assim como da sociedade civil, de empresários, do setor público, do judiciário, do legislativo e das esferas de governo.

Em terceiro e por fim, o grupo aponta que estudos demonstram que a pandemia já resulta em grandes impactos econômicos e sociais, e que sem a adoção de medidas de distanciamento social, estes custos serão ainda maiores. Neste cenário de intermitências da pandemia e de medidas de distanciamento social, mais do que nunca se faz necessário tanto fortalecer as medidas de proteção social, como também reorganizar a economia e as atividades sociais para reduzir estes impactos.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), elaborou um relatório a pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), para auxiliar o estado sobre as medidas de distanciamento social na região. O documento foi produzido pelo Grupo de Trabalho sobre Distanciamento Social no âmbito do Observatório Covid-19 da Fiocruz.

De acordo com o relatório as medidas de distanciamento social devem ser encaradas como temporárias e devem estar combinadas com as ações de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre elas, a capacidade de vigilância e controle da transmissão da doença, como nas relacionadas à rede de saúde, incluindo leitos hospitalares e UTIs, por exemplo.

Os pesquisadores destacaram também as medidas distanciamento social, mesmo sendo importantes para o enfrentamento da Covid-19, não devem ser tratadas como um fim em si mesmas, pois o seu prolongamento também contribui para outros impactos na saúde, como os relacionados à saúde mental ou a violência doméstica. 

O grupo de trabalho ressaltou que três questões são fundamentais para o distanciamento social: primeiro que as decisões, para serem seguras, devem ser tomadas com bases em dados e evidências científicas sobre a Covid-19.  Considerando a necessidade de dados regulares e confiáveis sobre a evolução da pandemia. Além da e informações sobre a infraestrutura dos serviços, equipamentos e insumos disponíveis no SUS.

E segundo lugar os pesquisadores destacam para os critérios de entrada e saída do isolamento social. Para o grupo de trabalho a decisão deve ser tomada com ampla participação da sociedade, que precisa estar bem informada e envolvida nesse processo, assim como da sociedade civil, de empresários, do setor público, do judiciário, do legislativo e das esferas de governo.

Em terceiro e por fim, o grupo aponta que estudos demonstram que a pandemia já resulta em grandes impactos econômicos e sociais, e que sem a adoção de medidas de distanciamento social, estes custos serão ainda maiores. Neste cenário de intermitências da pandemia e de medidas de distanciamento social, mais do que nunca se faz necessário tanto fortalecer as medidas de proteção social, como também reorganizar a economia e as atividades sociais para reduzir estes impactos.

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Alexandre Penido

Profissional com bacharelado em Comunicação Social - Jornalismo, com mais de 11 anos de formado. Nove anos de experiência profissional em assessoria de imprensa e radiojornalismo institucional, relacionados à saúde e à política. Atuação em campanha política de rádioweb e coordenação da Web Rádio Saúde do Ministério da Saúde. Participação no atendimento de temas relevantes para saúde como Zika Vírus, Mais Médicos, Gripe, Ebola, Judicialização de medicamentos, Orçamento da Saúde, Economia da Saúde.