Saúde·13 de junho de 2020

Fiocruz conduz estudos para vacina sintética contra covid-19

O estudo está em fase pré-clínica, com testagem em animais

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
Áudio · 00:01:11
Ouvir áudio · 00:01:11Copiar texto

A Fiocruz está conduzindo um estudo para o desenvolvimento de uma vacina sintética contra o novo coronavírus. Por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), os estudos avançaram para a fase pré-clínica, na qual aspectos de segurança são avaliados em modelo animal. 

Segundo o Instituto, o modelo sintético da vacina foi escolhido por ser mais rápido se comparado a metodologias tradicionais. Além disso, o custo de produção é menor e não é necessária a instalação de biossegurança nível 3 para as primeiras etapas de desenvolvimento.  

A vacina sintética, segundo a entidade, contém pequenas partes de proteínas do vírus Sars-CoV-2 capazes de induzir a produção de anticorpos específicos no processo de defesa do organismo. A partir dos resultados dos estudos pré-clínicos, parte-se para a fase dos estudos clínicos de fases I, II e III, com a testagem em seres humanos.  

Apesar dos estudos avançados, a previsão é de que a vacina só seja disponibilizada em 2022. Esse estudo soma-se a outras iniciativas do Ministério da Saúde na tentativa de frear os avanços da doença no País. 

A Fiocruz está conduzindo um estudo para o desenvolvimento de uma vacina sintética contra o novo coronavírus. Por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), os estudos avançaram para a fase pré-clínica, na qual aspectos de segurança são avaliados em modelo animal. 

Segundo o Instituto, o modelo sintético da vacina foi escolhido por ser mais rápido se comparado a metodologias tradicionais. Além disso, o custo de produção é menor e não é necessária a instalação de biossegurança nível 3 para as primeiras etapas de desenvolvimento.  

A vacina sintética, segundo a entidade, contém pequenas partes de proteínas do vírus Sars-CoV-2 capazes de induzir a produção de anticorpos específicos no processo de defesa do organismo. A partir dos resultados dos estudos pré-clínicos, parte-se para a fase dos estudos clínicos de fases I, II e III, com a testagem em seres humanos.  

Apesar dos estudos avançados, a previsão é de que a vacina só seja disponibilizada em 2022. Esse estudo soma-se a outras iniciativas do Ministério da Saúde na tentativa de frear os avanços da doença no País. 

Reportagem, Jalila Arabi. 
 

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.