Brasil·01 de abril de 2019

Fim da prisão após condenação em 2ª instância acaba com sistema de responsabilidade contra corruptos, afirma Moro

Ministro enfatizou ainda que não será no seu “turno” como ministro que a operação Lava Jato vai retroceder

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou, nesta segunda-feira (1º), que o possível fim da prisão após condenação em segunda instância acabaria com um sistema de responsabilidade contra corruptos. A declaração foi dada em um evento na capital paulista.

Moro enfatizou ainda que não será no seu “turno” como ministro que a operação Lava Jato vai retroceder. Segundo ele, houve um grande avanço com a Lava Jato e é preciso que “as pessoas tenham mais certeza de que se elas cometerem crimes no âmbito da administração pública, elas vão ser descobertas, investigadas e, se provada a culpa, vão ser punidas”.

Ao falar sobre o pacote anticrime, o ministro preferiu não prever datas para a análise por parte do Congresso. Segundo ele, o intuito é que o pacote fosse aprovado, discutido e, eventualmente, alterado e aprimorado o mais rápido possível, mas ressaltou que "o tempo do Congresso pertence ao Congresso". Moro contou ainda que tem sentido, em conversas com parlamentares, uma grande receptividade, e que agora, é uma “questão de ajustar o debate e o diálogo”.

O projeto de lei anticrime prevê mudanças em 14 leis, entre elas, o Código Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei de Crimes Hediondos e o Código Eleitoral. A intenção, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, é combater a corrupção, crimes violentos e facções criminosas.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou, nesta segunda-feira (1º), que o possível fim da prisão após condenação em segunda instância acabaria com um sistema de responsabilidade contra corruptos. A declaração foi dada em um evento na capital paulista.

Moro enfatizou ainda que não será no seu “turno” como ministro que a operação Lava Jato vai retroceder. Segundo ele, houve um grande avanço com a Lava Jato e é preciso que “as pessoas tenham mais certeza de que se elas cometerem crimes no âmbito da administração pública, elas vão ser descobertas, investigadas e, se provada a culpa, vão ser punidas”.

Ao falar sobre o pacote anticrime, o ministro preferiu não prever datas para a análise por parte do Congresso. Segundo ele, o intuito é que o pacote fosse aprovado, discutido e, eventualmente, alterado e aprimorado o mais rápido possível, mas ressaltou que "o tempo do Congresso pertence ao Congresso". Moro contou ainda que tem sentido, em conversas com parlamentares, uma grande receptividade, e que agora, é uma “questão de ajustar o debate e o diálogo”.

O projeto de lei anticrime prevê mudanças em 14 leis, entre elas, o Código Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei de Crimes Hediondos e o Código Eleitoral. A intenção, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, é combater a corrupção, crimes violentos e facções criminosas.

Reportagem, Cintia Moreira
 

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Sobre a repórter

Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.