Cultura - Ministério da Cultura·16 de outubro de 2026

Exposição gratuita celebra 150 anos da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional

Mostra conta a história do setor por meio de fotografias, gravuras, livros de artista e originais de arte

Por Redação Brasil 61
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Imagem: Reprodução / Minc·Foto: Brasil 61

Fundação Biblioteca Nacional (FBN) – vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) – inaugura nesta terça-feira (06/10), às 10h, a exposição “Entre tempos: 150 anos de um acervo em movimento”. A mostra celebra um século e meio da Divisão de Iconografia da Fundação e traz ao público mais de 150 obras, entre fotografias, gravuras, livros de artista e originais de arte, alguns dos quais inéditos, evidenciando a riqueza e a presença da brasilidade nas coleções da instituição.

Com a curadoria das servidoras Tatiane Cova e Diana Ramos, a exposição celebra a criação da Iconografia, em 1876, e a formação de seu acervo. A mostra percorre a trajetória da Divisão, revisita momentos centrais de sua história e se aproxima das produções mais recentes, propondo um cruzamento entre temporalidades distintas, bem como um diálogo entre o legado constituído e a produção iconográfica dos últimos 50 anos.

A mostra reúne um patrimônio diverso e aberto à incorporação de outros referenciais imagéticos. O percurso reúne desde mestres do passado, como o gravurista e arquiteto italiano Giovanni Battista Piranesi e os fotógrafos Insley Pacheco e Marc Ferrez, até nomes de grande projeção da atualidade, como Cildo Meireles, Vik Muniz e Adriana Varejão.

Um acervo em movimento 

A Divisão de Iconografia da Fundação Biblioteca Nacional é um dos mais importantes acervos de imagens da América Latina. Criada no final do século XIX para reunir o já expressivo acervo de estampas, tem como missão preservar, pesquisar e difundir a memória visual do Brasil. O acervo guarda registros fundamentais para a construção da identidade nacional e da história da arte, acompanhando a evolução dos suportes visuais desde os primórdios da reprodução mecânica - como xilogravuras - até a fotografia moderna.

Entre os mais de 250 mil itens do acervo – composto por desenhos, gravuras, fotografias, entre outros itens – pode-se destacar a Coleção Theresa Christina Maria, com registros fotográficos raros doados por D. Pedro II à instituição em 1889; e obras de grandes artistas estrangeiros como Albrecht Dürer e Francisco Goya, e do pintor e desenhista brasileiro Eliseu Visconti.

As doações têm papel fundamental na atualização do acervo, mantendo-o vivo, em movimento e conectado à produção artística de seu tempo. A incorporação de novas obras amplia e renova as possibilidades de pesquisa, preservação e acesso à memória visual brasileira. Nos últimos anos, esse processo se fortaleceu com doações realizadas pelos próprios artistas ou por seus herdeiros, como Fayga Ostrower, Cândido Portinari, Rubem Grilo, Alex Gama e Bruno Liberati, entre outros.

Serviço: “Entre tempos: 150 anos de um acervo em movimento”.

Data: 06/10 a 04/12.

Horário: 10h às 17h.

Local: Biblioteca Nacional, 3º andar.

Endereço: Av. Rio Branco, 219 – Cinelândia, Rio de Janeiro.

*Entrada gratuita

Está em cartaz, na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, a exposição “Entre tempos: cento e cinquenta anos de um acervo em movimento”.//
Com entrada gratuita, a mostra apresenta mais de cento e cinquenta obras, entre fotografias, gravuras, livros de artista e originais de arte.//
Alguns dos trabalhos apresentados são inéditos.//
Entre os nomes presentes estão o gravurista e arquiteto Giovanni Battista Piranesi e os fotógrafos Insley Pacheco e Marc Ferrez.//
A seleção também reúne trabalhos de artistas como Cildo Meireles, Vik Muniz e Adriana Varejão.//
A visitação segue até quatro de dezembro, das dez às dezessete horas.//
A exposição celebra a trajetória da Divisão de Iconografia da Fundação Biblioteca Nacional, instituição vinculada ao Ministério da Cultura.//
O percurso revisita a história da Divisão e estabelece um diálogo com a produção artística dos últimos cinquenta anos.//
A curadoria é de Tatiane Cova e Diana Ramos, servidoras da instituição.//
Criada em mil oitocentos e setenta e seis, a Divisão de Iconografia tem como missão preservar, pesquisar e difundir a memória visual brasileira.//
Seu acervo reúne mais de duzentos e cinquenta mil itens, incluindo desenhos, gravuras e fotografias.//
Esses registros ajudam a compreender a história da arte e a formação da identidade nacional.//
As doações de artistas e herdeiros contribuem para renovar as coleções e ampliar as possibilidades de pesquisa e acesso.//
A exposição fica no terceiro andar da Biblioteca Nacional.//
O endereço é Avenida Rio Branco, número duzentos e dezenove, na Cinelândia, no Rio de Janeiro.//
A entrada é gratuita, com visitação das dez às dezessete horas, até quatro de dezembro.//
Mais informações em gov.br/cultura.//
 

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