Agronegócios·10 de julho de 2019

Exportações de carne de frango sobem 64% em junho

Outro destaque desta edição é a queda nos preços do algodão

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
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Eu sou o Raphael Costa e, a partir de agora, você fica por dentro dos principais assuntos do agronegócio no Boletim Agro.

As exportações de carne de frango tiveram mais uma marca positiva. De acordo com dados apresentados pela Associação Brasileira de Proteína animal, as exportações do produto cresceram 64%, em junho.

Quem vai nos dar mais detalhes sobre esse dado, e debater outras questões é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas. Bem-vinda, Carla.

“As exportações brasileiras de carne de frango, e de proteína de um modo geral, continuam encontrando boas opções no mercado externo e o Brasil está sabendo aproveitar todas essas oportunidades. Como você já adiantou, uma alta de 64% se nós contabilizarmos com relação ao mesmo mês do ano passado, totaliza mais de 386 mil toneladas somente no mês de junho. Em receita, tivemos uma alta ainda mais expressiva, de 76% e essas exportações trouxeram para o Brasil US$ 639. Então temos uma receita considerável e boas divisas chegando para o Brasil. No semestre, nós conseguimos exportar muita carne de frango com uma alta de 11,4% em relação ao primeiro semestre de 2018. Foram mais de 2 milhões de toneladas. ”

Se a situação do frango é boa, os produtores de algodão não podem dizer o mesmo. A cotação do produto, que já tinha caído em junho, começou o mês de julho com recuo, como apresentou o Cepea. A queda, segundo a entidade, foi de 0,71%. Como está essa situação para o algodão, Carla?

“E quando nós falamos dessa queda de 0,71%, estamos nos referindo somente à última semana. Se trabalharmos com todo o mês de junho o recuo é de mais de 5%. De fato, um aumento da oferta nesse momento faz com que os preços sejam pressionados e os compradores se mantenham mais recuados nesse momento, ajudando a pressionar os preços. Então sabemos que os comerciantes e as indústrias têm realizado somente pequenas aquisições para repor os seus estoques e isso faz com que o preço se mantenha recuado. Isso vai acontecer até que essa demanda volte a se normalizar e ganhe um pouco mais de força. ”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“Eu que agradeço, até a próxima. Aos ouvintes que quiserem saber mais, acessem noticiasagricolas.com.br

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Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.