Brasil·12 de abril de 2019

“Exército não matou ninguém", afirma Bolsonaro após músico ser alvejado por militares no RJ

Presidente classificou a ação como um "incidente" e afirmou “lamentar a morte de um cidadão trabalhador e honesto”

Por Sara RodriguesSara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.
Áudio · 00:00:56
Ouvir áudio · 00:00:56Copiar texto

Cinco dias após a morte do músico Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro se manifestou pela primeira vez sobre o caso. Ele afirmou nesta sexta-feira (12), no evento de inauguração do aeroporto de Macapá, “lamentar a morte do cidadão trabalhador e honesto”, mas classificou a ação como um "incidente". Bolsonaro ressaltou ainda que “o Exército não matou ninguém”, que “o Exército é do povo e não se pode acusar o povo de ser assassino”.

No último domingo, o músico foi vítima de, pelo menos, 80 tiros de fuzil disparados por soldados do Exército, que dizem ter confundido o carro de Evaldo com o de criminosos.

Até a declaração desta sexta, o governo federal só havia só havia se manifestado sobre o caso por meio do porta-voz Otávio Rêgo. Na ocasião, ele disse que “não existe essa de jogar para debaixo do tapete” e que o responsável pela morte de Evaldo dos Santos Rosa será responsabilizado.

Cinco dias após a morte do músico Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro se manifestou pela primeira vez sobre o caso. Ele afirmou nesta sexta-feira (12), no evento de inauguração do aeroporto de Macapá, “lamentar a morte do cidadão trabalhador e honesto”, mas classificou a ação como um "incidente". Bolsonaro ressaltou ainda que “o Exército não matou ninguém”, que “o Exército é do povo e não se pode acusar o povo de ser assassino”.

No último domingo, o músico foi vítima de, pelo menos, 80 tiros de fuzil disparados por soldados do Exército, que dizem ter confundido o carro de Evaldo com o de criminosos.

Até a declaração desta sexta, o governo federal só havia só havia se manifestado sobre o caso por meio do porta-voz Otávio Rêgo. Na ocasião, ele disse que “não existe essa de jogar para debaixo do tapete” e que o responsável pela morte de Evaldo dos Santos Rosa será responsabilizado.

Reportagem, Sara Rodrigues

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Sara Rodrigues

Sara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.