Saúde - Vacina·24 de março de 2021

Estudo reforça eficácia da vacina de Oxford, produzida pela Fiocruz

Com base em informações de um comunicado da farmacêutica AstraZeneca, a fundação destaca que “a eficácia da vacina foi consistente em todas as etnias e idades

Por Luciana BuenoJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em ciências políticas, com experiência em redação, rádio, televisão e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil 61, passou por importantes órgãos, como Ministério da Saúde e Ministério da Justiça além de grandes emissoras como, TV Bandeirantes, Record e TV Globo. Possui experiência em gerenciamento de crise, jornalismo web, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio, televisão e assessoria de comunicação.
Áudio · 00:01:06
Ouvir áudio · 00:01:06Copiar texto

O ensaio da Fase III nos Estados Unidos da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford apontou eficácia de 79% na prevenção da Covid-19 sintomático e 100% de eficácia na prevenção de doenças graves e hospitalização. O imunizante está sendo produzido no Brasil pela Fiocruz.

Com base em informações de um comunicado da farmacêutica AstraZeneca, a fundação destaca que “a eficácia da vacina foi consistente em todas as etnias e idades. Em pessoas com 65 anos ou mais, a eficácia atingiu 80%. Os dados convergem com estudos clínicos realizados em outros países anteriormente.

A análise de segurança e eficácia contou com mais de 32 mil participantes, em 88 centros nos EUA, Peru e Chile. O imunizante foi considerado bem tolerado. Além disso, segundo a Fiocruz, “o conselho independente de monitoramento de segurança de dados não identificou preocupações de segurança relacionadas à vacina.”

Sem vacinação em massa, confiança dos comerciantes cai novamente, diz CNC

Após municípios receberem 24 milhões de doses, vacinação pode acelerar com novas entregas

Entre os participantes, 79% eram brancos/caucasianos, 8% negros/afro-americanos, 4% nativos americanos, 4% asiáticos e 22% eram hispânicos. Cerca de 20% dos participantes tinham 65 anos ou mais e aproximadamente 60% tinham comorbidades associadas a um risco aumentado de progressão de Covid-19 grave, como diabetes, obesidade grave ou doença cardíaca.

O ensaio da Fase III nos Estados Unidos da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford apontou eficácia de 79% na prevenção da Covid-19 sintomático e 100% de eficácia na prevenção de doenças graves e hospitalização. O imunizante está sendo produzido no Brasil pela Fiocruz.

Com base em informações de um comunicado da farmacêutica AstraZeneca, a fundação destaca que “a eficácia da vacina foi consistente em todas as etnias e idades. Em pessoas com 65 anos ou mais, a eficácia atingiu 80%. Os dados convergem com estudos clínicos realizados em outros países anteriormente.

A análise de segurança e eficácia contou com mais de 32 mil participantes, em 88 centros nos EUA, Peru e Chile. O imunizante foi considerado bem tolerado. Além disso, segundo a Fiocruz, “o conselho independente de monitoramento de segurança de dados não identificou preocupações de segurança relacionadas à vacina.”

Entre os participantes, 79% eram brancos/caucasianos, 8% negros/afro-americanos, 4% nativos americanos, 4% asiáticos e 22% eram hispânicos. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Luciana Bueno

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em ciências políticas, com experiência em redação, rádio, televisão e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil 61, passou por importantes órgãos, como Ministério da Saúde e Ministério da Justiça além de grandes emissoras como, TV Bandeirantes, Record e TV Globo. Possui experiência em gerenciamento de crise, jornalismo web, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio, televisão e assessoria de comunicação.