Saúde - Covid-19·14 de dezembro de 2020

Estudo avalia infecção por coronavírus em Rondônia

O estudo vai acompanhar 320 participantes por um período de 72 semanas.

Por Rafaela GonçalvesJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.
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O Instituto Butantan está realizando a pesquisa Avaliação de Incidência de Infecção por  coronavírus em diversas regiões do Brasil,  cerca de 3.520 pessoas serão acompanhadas pelos pesquisadores. Em Porto Velho, o estudo é coordenado pelo Centro de Pesquisa em Medicina Tropical de Rondônia (Cepem) e vai acompanhar 320 participantes, por um período de 72 semanas.

O objetivo é traçar um diagnóstico sobre o comportamento do vírus na população local, considerando realidades apresentadas em cenários distintos. As informações coletadas integrarão um banco de dados que poderão auxiliar profissionais da saúde, pesquisadores e órgãos de vigilância em ações futuras. 

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Informações como frequência de casos assintomáticos, capacidade de transmissão do vírus dentro da família, tempo de positividade de exames sorológicos, fontes de infecção e comportamentos de risco são fundamentais para o planejamento de ações públicas e serão obtidas durante esse estudo. 

Por meio do estudo, serão levantadas informações que servirão de subsídio para a comunidade científica e adoção de medidas de saúde pública no enfrentamento da pandemia.

 O Instituto Butantan está realizando a pesquisa Avaliação de Incidência de Infecção por  coronavírus em diversas regiões do Brasil,  cerca de 3.520 pessoas serão acompanhadas pelos pesquisadores. Em Porto Velho, o estudo é coordenado pelo Centro de Pesquisa em Medicina Tropical de Rondônia (Cepem) e vai acompanhar 320 participantes, por um período de 72 semanas.

O objetivo é traçar um diagnóstico sobre o comportamento do vírus na população local, considerando realidades apresentadas em cenários distintos. As informações coletadas integrarão um banco de dados que poderão auxiliar profissionais da saúde, pesquisadores e órgãos de vigilância em ações futuras. 

Informações como frequência de casos assintomáticos, capacidade de transmissão do vírus dentro da família, tempo de positividade de exames sorológicos, fontes de infecção e comportamentos de risco são fundamentais para o planejamento de ações públicas e serão obtidas durante esse estudo. 

Por meio do estudo, serão levantadas informações que servirão de subsídio para a comunidade científica e adoção de medidas de saúde pública no enfrentamento da pandemia.

Reportagem, Rafaela Gonçalves.

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Sobre a repórter

Rafaela Gonçalves

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.