Agronegócios·02 de junho de 2020

Embrapa alerta que momento é de monitorar doenças do trigo no Centro Oeste

A empresa recomenda que as irrigações sejam feitas apenas durante o período da noite. O intervalo entre as irrigações deve ser maior para diminuir o tempo de molhamento da área das plantas

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Praticamente encerrada nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Bahia e Distrito Federal, a semeadura do trigo chega a uma fase, sobretudo nas regiões predominadas pelo cerrado, de manejo de doenças com monitoramento das lavouras e acompanhamento das previsões climáticas. As informações constam no site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Na avaliação do pesquisador do Núcleo Avançado de Trigo Tropical da Embrapa, Vanoli Fronza, mesmo diante de uma considerável incidência de brusone no ano passado, a oferta de sementes não foi afetada de forma a comprometer a safra de 2020.  Segundo ele, em relação ao trigo de sequeiro, por exemplo, foi notada uma tendência de diminuição de área em Goiás e no DF. O motivo foi as perdas com brusone na safra anterior. 

Para o pesquisador da Embrapa Trigo, Jorge Chagas, no sistema irrigado, a recomendação é evitar a semeadura no mês de abril, dando preferência para esta tarefa no mês de maio. Segundo Chagas, isso reduz as chances de a brusone afetar o espigamento, além de as temperaturas estarem mais favoráveis ao aumento do potencial produtivo da lavoura.

O produtor também deverá se atentar para outras doenças, como, por exemplo, manchas foliares, como a macha amarela e a mancha marrom. Neste caso, os fungicidas indicados para o controle apresentam eficiência elevada. No entanto, precisam ser aplicados no início do aparecimento dos sintomas foliares.

De acordo com a Embrapa, em anos de alta incidência da doença o manejo da irrigação deve ser alterado. A empresa recomenda que as irrigações sejam feitas apenas durante o período da noite. O intervalo entre as irrigações deve ser maior para diminuir o tempo de molhamento da área das plantas.

Praticamente encerrada nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Bahia e Distrito Federal, a semeadura do trigo chega a uma fase, sobretudo nas regiões predominadas pelo cerrado, de manejo de doenças com monitoramento das lavouras e acompanhamento das previsões climáticas. As informações constam no site da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Na avaliação do pesquisador do Núcleo Avançado de Trigo Tropical da Embrapa, Vanoli Fronza, mesmo diante de uma considerável incidência de brusone no ano passado, a oferta de sementes não foi afetada de forma a comprometer a safra de 2020.  Segundo ele, em relação ao trigo de sequeiro, por exemplo, foi notada uma tendência de diminuição de área em Goiás e no DF. O motivo foi as perdas com brusone na safra anterior. 

Para o pesquisador da Embrapa Trigo, Jorge Chagas, no sistema irrigado, a recomendação é evitar a semeadura no mês de abril, dando preferência para esta tarefa no mês de maio. Segundo Chagas, isso reduz as chances de a brusone afetar o espigamento, além de as temperaturas estarem mais favoráveis ao aumento do potencial produtivo da lavoura.

O produtor também deverá se atentar para outras doenças, como, por exemplo, manchas foliares, como a macha amarela e a mancha marrom. Neste caso, os fungicidas indicados para o controle apresentam eficiência elevada. No entanto, precisam ser aplicados no início do aparecimento dos sintomas foliares.

De acordo com a Embrapa, em anos de alta incidência da doença o manejo da irrigação deve ser alterado. A empresa recomenda que as irrigações sejam feitas apenas durante o período da noite. O intervalo entre as irrigações deve ser maior para diminuir o tempo de molhamento da área das plantas.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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