Saúde·01 de junho de 2020

Em Minas Gerais, equipe da Fiocruz trabalha em vacina para covid-19

Feito em parceria com outras instituições, desenvolvimento laboratorial deve ser concluído em 2021

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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Uma equipe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Minas Gerais, composta por 15 pessoas, trabalha intensamente no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a covid-19. O trabalho é feito em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade de São Paulo (USP), a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e o Instituto Butantã.

Segundo o coordenador da pesquisa, Alexandre Vieira Machado, o Instituto do Coração de São Paulo também participa. O trabalho usa como base outro vírus respiratório, que tem sintomas semelhantes aos causados pelo novo coronavírus.

A pesquisa ainda está longe de ser concluída. De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento laboratorial, com testes em camundongos, deve ser concluído no ano que vem. Só então tem início a fase clínica, que exige mais estrutura, pessoal especializado e condições sanitárias específicas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo, cerca de 200 cientistas trabalham no desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19. Deste total, pelo menos oito já iniciaram a fase de testes em pessoas.

Reportagem, Thiago Marcolini

Uma equipe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Minas Gerais, composta por 15 pessoas, trabalha intensamente no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a covid-19. O trabalho é feito em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade de São Paulo (USP), a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e o Instituto Butantã.

Segundo o coordenador da pesquisa, Alexandre Vieira Machado, o Instituto do Coração de São Paulo também participa. O trabalho usa como base outro vírus respiratório, que tem sintomas semelhantes aos causados pelo novo coronavírus.

A pesquisa ainda está longe de ser concluída. De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento laboratorial, com testes em camundongos, deve ser concluído no ano que vem. Só então tem início a fase clínica, que exige mais estrutura, pessoal especializado e condições sanitárias específicas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo, cerca de 200 cientistas trabalham no desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19. Deste total, pelo menos oito já iniciaram a fase de testes em pessoas.

Reportagem, Thiago Marcolini

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.