Economia·14 de maio de 2020

Em meio à pandemia da Covid-19, Ministério da Infraestrutura mantém cronograma de leilões

Até 2022, serão concedidos projetos que demandarão cerca de R$ 239 bilhões em investimentos privados nas próximas três décadas

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Apesar da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que o cronograma de leilões de concessão de ativos do Governo Federal no setor de Infraestrutura está mantido. Segundo ele, há condições para que os certames ocorram no prazo estipulado. 

Com participação em um seminário virtual promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o ministro fez um balanço positivo das ações da pasta nesse momento de crise. “Entregamos 12 obras neste período da pandemia, e fizemos um leilão de concessão que foi o terminal pesqueiro no porto do Ceará. E foi bem sucedido”, disse. 

Até 2022, de acordo com Freitas, serão concedidos projetos que demandarão cerca de R$ 239 bilhões em investimentos privados nos próximos 30 anos. O ministro da Infraestrutura diz que o órgão tem atuado diretamente com o Ministério da Saúde no combate ao coronavírus, especialmente a logística de importação de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a construção de hospitais de campanha, como o de Águas Lindas de Goiás, cidade no entorno do Distrito Federal. 

“Entendemos que a crise é severa, avançamos um pouco e tentamos colaborar com o Ministério da Saúde com aquilo que tínhamos condição, por termos engenheiros e gente especializada”, afirmou o titular da pasta. 

Além disso, o Ministério da Infraestrutura destaca ações que beneficiam os setores aéreo e portuário e a continuação das obras rodoviárias.

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LOC.: Além dos leilões e das iniciativas conjuntas com o Ministério da Saúde, o Ministério da Infraestrutura destaca ações que beneficiam os setores aéreo e portuário e a execução de obras rodoviárias. 

Reportagem, Paulo Oliveira 

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.