Economia - Comércio·10 de agosto de 2023

Em junho, vendas no varejo foram estáveis

Em comparação a junho de 2022, houve alta de 1,3%

Por Luigi Mauri
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O volume de vendas do varejo brasileiro registra estabilidade entre maio e junho de 2023.

A média móvel trimestral apresenta queda de 0,3%. 

O acumulado do ano registra alta de 1,3% e o acumulado de 12 meses registra o nono mês consecutivo no campo positivo, acumulando 0,9%. 

O índice está 3,0% acima do patamar pré-pandemia, mas 3,3% abaixo do máximo da série

O índice inclui setores que comercializam combustíveis, alimentos, vestuário, móveis, artigos farmacêuticos, livros e papelaria, material de informática e artigos de uso pessoal e doméstico. 

Quatro atividades cresceram: tecidos, vestuário e calçados (1,4%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (1,2%) e móveis e eletrodomésticos (0,8%)

Outras quatro tiveram queda: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,9%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria mostrou crescimento (-0,7%) e combustíveis e lubrificantes (-0,6%).

Já o comércio varejista ampliado inclui veículos, materiais de construção, e produtos alimentícios de bebida e fumo. 

Para ele, veículos e motos, partes e peças cresceram 8,5% em junho com relação a maio, enquanto o setor de material de construção variou negativamente em 0,3%

Incluindo todos os itens mensurados, em média o setor de comércio varejista ampliado subiu 8,3% entre junho de 2023 e junho de 2022, com resultados positivos em 24 das 27 unidades da federação. Os destaques ficaram para os estados da Bahia (26,9%), Pará (24,9%) e Maranhão (23,1%). 

Os resultados negativos ficaram com os estados de Roraima (-0,7%), Goiás (-2,1%) e Mato Grosso do Sul (-9,5%).

LOC.: O volume de vendas do varejo brasileiro ficou estável entre maio e junho. 

O acumulado do ano registra alta e, em 12 meses, há nove meses no campo positivo. 

O índice está 3,0% acima do patamar pré-pandemia, mas 3,3% abaixo do máximo da série.

O índice inclui setores que comercializam combustíveis, alimentos, vestuário, móveis, artigos farmacêuticos, livros e papelaria, material de informática e artigos de uso pessoal e doméstico. 

Quatro atividades apresentaram crescimento. Entre elas estão tecidos, vestuário e calçados.

Outras quatro tiveram queda. Entre elas estão equipamentos e material para escritório, informática e comunicação.

Já o comércio varejista ampliado, veículos e motos, partes e peças cresceram 8,5% em junho com relação a maio, enquanto o setor de material de construção variou negativamente em 0,3%

24 das 27 Unidades da Federação tiveram resultados positivos, com destaque para a Bahia, Pará e Maranhão. 

Os resultados negativos ficaram com os estados de Roraima, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo.
 

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