Economia - Agronegócio·11 de agosto de 2023

Em julho, IBGE prevê safra de 308,9 milhões de toneladas para 2023

A alta é de 17,4% maior que no mesmo período do ano anterior

Por Luigi Mauri
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Em julho, IBGE prevê safra de 308,9 milhões de toneladas para 2023.

A alta é 17,4% maior que no mesmo período do ano anterior, sendo puxada principalmente por arroz, milho e soja. 

Somente estas três principais culturas juntas representam 92,0% da estimativa da produção e quase 90,0% da área a ser colhida. 

Em relação ao mesmo período de 2022, houve alta de 24,5% para a soja, 13,7% para o milho, 10,0% para o algodão e 7,1% para o trigo. 

A soja representa quase 150 milhões de toneladas para o mês de julho, seguida por milho, com 125,2 milhões de toneladas. A produção do trigo é estimada em 11,0 milhões de toneladas e o arroz, 10,0 milhões. 

A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as cinco Grandes Regiões: a Região Sul (26,6%), a Centro-Oeste (17,4%), a Sudeste (4,8%), a Norte (16,4%) e a Nordeste (7,4%).

Entre as Unidades da Federação, o Mato Grosso é o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná (15,0%), Rio Grande do Sul (9,5%), Goiás (9,5%), Mato Grosso do Sul (8,9%) e Minas Gerais (5,9%).

Em relação a junho de 2023, houve queda na produção de feijão (-4,8%), batata (-2,2%), tomate (-1,1%) e milho (-0,1%).

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 

LOC.: Em julho, IBGE prevê safra de 309 milhões de toneladas para 2023.

A alta é 17% maior que no mesmo período do ano anterior, sendo puxada principalmente por arroz, milho e soja. 

Somente estas três principais culturas juntas representam 92,0% da estimativa da produção e quase 90,0% da área a ser colhida. 

A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as cinco Grandes Regiões brasileiras.

Entre as Unidades da Federação, o Mato Grosso é o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Por outro lado, em relação a junho de 2023, houve queda na produção de feijão, batata, tomate e milho.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo. 
 

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