O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) promoveu, nesta quinta-feira (26), um debate on-line sobre estoques estratégicos para assistência humanitária. Transmitido on-line, o evento abordou, com especialistas, formas de distribuição de materiais para atender pessoas atingidas por qualquer tipo de desastre.
O debate foi o sétimo da série Bate-papo com a Defesa Civil, que é realizada uma vez por mês, com transmissão pelo canal do MDR no YouTube. A discussão foi mediada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, que destacou a importância do papel do gestor público na estratégia de distribuição dos itens de assistência humanitária.
“Os desastres são recorrentes, as chuvas caem todo ano. O gestor tem o dever de saber o que ocorre. Ele já conhece as áreas de risco. O histórico do desastre dá um caminho para ele saber como deve se portar com relação ao estoque. Tem muita enchente? Vai ver a necessidade de colchão, o tipo de comida para determinada região”, afirmou Wolff.
Um dos participantes do debate, o diretor do Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil do estado de São Paulo, André Luiz Hannickel, reforçou a importância dos estoques estratégicos para assistência humanitária, que contam com itens como cestas básicas, kits de higiene pessoal e colchões, e a necessidade de uma ação rápida.
“A ajuda humanitária vem evoluindo cada vez mais. A eficiência logística que temos para oferecer é um aspecto fundamental para uma resposta de sucesso. Contamos com cinco estoques sempre para atuarem de forma mais célere. As vítimas do desastre não podem esperar por muito tempo. É fundamental que tenhamos tudo organizado”, explicou Hannickel.
O secretário-executivo da Defesa Civil de Pernambuco, Leonardo Rodrigues dos Santos, chamou a atenção para a necessidade de que os estoques estratégicos componham os planos das defesas civis e, especialmente em seu estado, traçou uma maneira para que os estoques não sejam desperdiçados.
“O estoque estratégico deve compor os planejamentos municipais, estaduais e nacional. O estado de Pernambuco tem, dentro de sua sistemática de atuação, a preparação com os itens de assistência sendo dimensionados de acordo com o tamanho de cada localidade. É importante dimensionar um item que possa ser estocado dentro das regras de logística, para não perdemos material”, ressalta.
Nas próximas edições do Bate-Papo com a Defesa Civil, serão debatidos temas como planos municipais de redução de riscos e barreiras Sabo.
Confira abaixo a íntegra do evento:
Os estoques estratégicos para assistência humanitária foram tema de debate promovido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o MIDR, nesta quinta-feira, 26 de janeiro.
O evento abordou formas de distribuição de materiais para atender vítimas de desastres e a necessidade da adoção de ações rápidas na resposta à população.
Wolnei Wolff, secretário nacional de proteção e defesa civil, destaca a importância do papel do gestor na estratégia de distribuição dos itens de assistência humanitária.
SONORA: Wolnei Wolff
“Os desastres são recorrentes, as chuvas caem todo ano. O gestor tem o dever de saber o que ocorre. Ele já conhece as áreas de risco. O histórico do desastre dá um caminho para ele saber como deve se portar com relação ao estoque. Tem muita enchente? Vai ver a necessidade de colchão, o tipo de comida para determinada região”.
André Hannickel, diretor do Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil do estado de São Paulo, reforça a necessidade de uma ação de resposta eficiente para que as pessoas afetadas por desastres sejam atendidas com rapidez.
TEC/SONORA: André Hannickel
“A eficiência logística que temos para oferecer é um aspecto fundamental para uma resposta de sucesso. Contamos com cinco estoques sempre para atuarem de forma mais célere. As vítimas do desastre não podem esperar por muito tempo. É fundamental que tenhamos tudo organizado”.
Este é o sétimo evento da série Bate-papo com a Defesa Civil. Nas próximas edições, serão debatidos temas como planos municipais de redução de riscos e barragens contra fluxo de detritos. O oitavo bate-papo está previsto para o dia 24 de fevereiro.
Para mais informações, acesse mdr.gov.br
Reportagem, Gabriel Navajas