Economia·14 de junho de 2023

Em abril, vendas no varejo variam 0,1%

Dados são divulgados pelo IBGE

Por Luigi Mauri
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Em abril, vendas no varejo variam 0,1%, frente a março e indica estabilidade do setor. Este é o quarto mês consecutivo que esse indicador não apresentou variações negativas. A média móvel trimestral do indicador variou 0,3%. Os dados foram divulgados pelo IBGE. 

Com relação a abril de 2022, o comércio varejista subiu 0,5%. O acumulado do ano de 2023 chegou a 1,9%, enquanto o acumulado nos 12 meses ficou em 0,9%. 

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas caiu 1,6%. 

Também houve taxas negativas em cinco das oito atividades: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-7,2%), Tecidos, vestuário e calçados (-3,7%), Combustíveis e lubrificantes (-1,9%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,4%) e Móveis e eletrodomésticos (-0,5%).

Por outro lado, os índices que registraram taxas positivas superaram aqueles com taxas negativas. 

Apresentaram taxas positivas: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (1,0%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,2%).

Na comparação anual, as vendas sobem em 17 das 27 unidades da federação. Os destaques ficam para Tocantins (12,2%), Roraima (10,7%) e Alagoas (8,7%). Houve recuo em 10 dos 27 Estados, com destaque para o Rio Grande do Norte (-7,1%), Rio Grande do Sul (-2,4%) e Goiás (-2,3%). 

LOC.: Em abril, vendas no varejo variam 0,1%, frente a março e indica estabilidade do setor. Este é o quarto mês consecutivo que esse indicador não apresentou variações negativas. A média móvel trimestral do indicador variou 0,3%. 

Com relação a abril de 2022, o comércio varejista subiu 0,5%. O acumulado do ano de 2023 chegou a 1,9%, enquanto o acumulado nos 12 meses ficou em 0,9%. 

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas caiu 1,6%. 

Também, houve taxas negativas em cinco das oito atividades, incluindo Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, além de Tecidos, vestuário e calçados.

Apresentaram taxas positivas: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, Livros, jornais, revistas e papelaria.

Na comparação anual, as vendas sobem em 17 das 27 unidades da federação. Os destaques ficam para Tocantins, em 12,2%, Roraima, 10,7%, e Alagoas, em 8,7%. Houve recuo em 10 dos 27 Estados, com destaque para o Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Goiás. 
 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Sophia Stein. 

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