Saúde·01 de junho de 2020

DOURADOS (MS): Serviços de coleta e atendimento do Banco de Leite estão mantidos durante pandemia

As autoridades de saúde fazem um apelo às mães para que não parem de doar. Isso porque, segundo o Ministério da Saúde, houve redução de 5% no número de doadoras em relação ao mesmo período de 2019, em todo o Brasil

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Mesmo em tempos de pandemia, os serviços de coleta e de atendimento do Banco de Leite Humano Hilda Bergo Duarte (BLH) do Hospital Universitário da UFGD, em Dourados, continuam. Segundo a coordenação da unidade, há um estoque de 100 litros disponível, o que atende a demanda dos bebês prematuros e/ou de baixo peso internados em Unidades Neonatais da cidade. 

As autoridades de saúde fazem um apelo às mães para que não parem de doar. Isso porque, segundo o Ministério da Saúde, houve redução de 5% no número de doadoras em relação ao mesmo período de 2019, em todo o Brasil. O ministério alerta que com os cuidados necessários, tanto da doadora quanto dos Bancos de Leite Humano, é possível manter a rotina de doação durante a pandemia.

Com todos os cuidados de higiene, técnicos do Banco de Leite Humano Hilda Bergo Duarte fazem a coleta domiciliar do alimento. 

De acordo com Danielle Aparecida Silva, gerente do Banco de Leite Humano (BLH) da Fiocruz, o alimento é fundamental para o desenvolvimento dos bebês e evita doenças e infecções. 

“Os nutrientes do leite materno são específicos. É de fácil digestão, o que diminui o número e a intensidade das cólicas; possui fatores probióticos que ajudam no desenvolvimento do trato gastrointestinal; e previne de doenças infectocontagiosas.”

Segundo informações da Rede Global de Bancos de Leite (rBLH), plataforma da Fiocruz, em 2019, 830 bebês prematuros e /ou de baixo peso internados nas Unidades Neonatais receberam o alimento por meio de doações feitas na unidade em Dourados. 

Para a doadora de leite materno Bianca Ferro, todo o esforço para ajudar outros bebês é um gesto de solidariedade.

“Se todo mundo doar um pouquinho, 30, 40 ou 50 ml, você já está ajudando muitos bebês. Porque tem bebê na UTI Neonatal que mama 10 ml.”

O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam o aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos seis primeiros meses de vida. Durante esse período, o leite materno é o único alimento do bebê e é considerado fundamental para um melhor desenvolvimento de uma criança.

O Banco de Leite Humano Hilda Bergo Duarte, do Hospital Universitário da UFGD, está localizado na Rua Ivo Alves da Rocha, número 558, Altos do Indaiá. A unidade funciona de segunda a domingo, das sete da manhã às sete da noite. Para mais informações, ligue para o número (67) 3410-3002. Repetindo: (67) 3410-3002.

Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença. Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite.

LOC.: Mesmo em tempos de pandemia, os serviços de coleta e de atendimento do Banco de Leite Humano Hilda Bergo Duarte (BLH) do Hospital Universitário da UFGD, em Dourados, continuam. Segundo a coordenação da unidade, há um estoque de 100 litros disponível, o que atende a demanda dos bebês prematuros e/ou de baixo peso internados em Unidades Neonatais da cidade. 

As autoridades de saúde fazem um apelo às mães para que não parem de doar. Isso porque, segundo o Ministério da Saúde, houve redução de 5% no número de doadoras em relação ao mesmo período de 2019, em todo o Brasil. O ministério alerta que com os cuidados necessários, tanto da doadora quanto dos Bancos de Leite Humano, é possível manter a rotina de doação durante a pandemia.

Com todos os cuidados de higiene, técnicos do Banco de Leite Humano Hilda Bergo Duarte fazem a coleta domiciliar do alimento. 

De acordo com Danielle Aparecida Silva, gerente do Banco de Leite Humano (BLH) da Fiocruz, o alimento é fundamental para o desenvolvimento dos bebês e evita doenças e infecções. 

TEC./SONORA: Danielle Aparecida Silva- Fiocruz

“Os nutrientes do leite materno são específicos. É de fácil digestão, o que diminui o número e a intensidade das cólicas; possui fatores probióticos que ajudam no desenvolvimento do trato gastrointestinal; e previne de doenças infectocontagiosas.”

Segundo informações da Rede Global de Bancos de Leite (rBLH), plataforma da Fiocruz, em 2019, 830 bebês prematuros e /ou de baixo peso internados nas Unidades Neonatais receberam o alimento por meio de doações feitas na unidade em Dourados. 

Para a doadora de leite materno Bianca Ferro, todo o esforço para ajudar outros bebês é um gesto de solidariedade.
 
TEC./SONORA: Bianca Ferro, moradora de Brasília

“Se todo mundo doar um pouquinho, 30, 40 ou 50 ml, você já está ajudando muitos bebês. Porque tem bebê na UTI Neonatal que mama 10 ml.”

O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam o aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos seis primeiros meses de vida. Durante esse período, o leite materno é o único alimento do bebê e é considerado fundamental para um melhor desenvolvimento de uma criança.

O Banco de Leite Humano Hilda Bergo Duarte, do Hospital Universitário da UFGD, está localizado na Rua Ivo Alves da Rocha, número 558, Altos do Indaiá. A unidade funciona de segunda a domingo, das sete da manhã às sete da noite. Para mais informações, ligue para o número (67) 3410-3002. Repetindo: (67) 3410-3002.

Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença. Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite.
 

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Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.