Economia - Dólar·08 de julho de 2024

Dólar inicia a semana com menor cotação

A moeda está cotada a R$ 5,46

Por Luigi Mauri
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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil·Foto: Brasil 61

O dólar perdeu força no Brasil no último fechamento e custa R$ 5,46 - menor em 0,50% em relação ao último fechamento. Este é o menor patamar em mais de uma semana. Porém, a moeda sustenta um valor recorde no Brasil e o momento ainda é apropriado para venda da divisa. O euro comercial seguiu a tendência de queda e custa R$ 5,92. 

No exterior, o mercado reagiu ao relatório oficial de emprego americano, o payroll, que foi divulgado na sexta-feira (5). Foi confirmada a estimativa de desaceleração de vagas de emprego criadas em junho, em comparação a maio de 2024. Uma economia em menor ritmo de aquecimento pode levar ao cenário de afrouxamento monetário pelo Banco Central daquele país. 

No Brasil, a postura de um maior alinhamento público entre Presidência da República e Ministério da Fazenda, em direção ao cumprimento da meta fiscal, sinaliza mais tranquilidade e confiança ao mercado. Foi também anunciada uma medida concreta de cortes de R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias, para equilíbrio do orçamento de 2025, que será encaminhado ao Congresso. O anúncio resultou do encontro entre o presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. 

As cotações são da companhia Morningstar. 

LOC.: O dólar perdeu força no Brasil no último fechamento e custa R$ 5,46 - menor em 0,50% em relação ao último fechamento. Este é o menor patamar em mais de uma semana. Porém, a moeda sustenta um valor recorde no Brasil e o momento ainda é apropriado para venda da divisa. O euro comercial seguiu a tendência de queda e custa R$ 5,92. 

No exterior, o mercado reagiu ao relatório oficial de emprego americano, o payroll, que foi divulgado na sexta-feira (5). Foi confirmada a estimativa de desaceleração de vagas de emprego criadas em junho, em comparação a maio de 2024. Uma economia em menor ritmo de aquecimento pode levar ao cenário de afrouxamento monetário pelo Banco Central daquele país. 

No Brasil, a postura de um maior alinhamento público entre Presidência da República e Ministério da Fazenda, em direção ao cumprimento da meta fiscal, sinaliza mais tranquilidade e confiança ao mercado. Foi também anunciada uma medida concreta de cortes de R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias, para equilíbrio do orçamento de 2025, que será encaminhado ao Congresso. O anúncio resultou do encontro entre o presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. 

As cotações são da companhia Morningstar. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Felipe Moura. 
 

 

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