Economia - Dólar·05 de junho de 2024

Dólar atinge maior valor em mais de um ano

Dados fracos da economia americana não impediram valorização da moeda

Por Luigi Mauri
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil·Foto: Brasil 61

O dólar comercial se valorizou frente ao real no último fechamento de mercado, mesmo com dados mais fracos da economia americana. Com isso, a moeda atingiu o maior patamar em mais de um ano. Em março de 2023, o dólar havia atingido o valor de R$5,28. Já hoje, a cotação comercial é de R$5,29 - um crescimento aproximado de 0,80%, em relação ao dia anterior. 

Mesmo com a divulgação, na segunda-feira (03), de dados da economia dos Estados Unidos acerca da indústria, que vieram menos aquecidos do que o esperado, o efeito positivo sobre o câmbio durou pouco. Os dados haviam sido apresentados por meio do “Índice de Gerentes de Compras” (PMI, na sigla em inglês), de maio de 2024. Pesaram na última cotação os preços do minério de ferro e do petróleo, que caíram e impediram uma maior entrada de divisas internacionais no país. 

É também presente no mercado o pessimismo com a economia brasileira de um modo geral, em um dia de divulgação dos dados acerca do crescimento do PIB no primeiro trimestre do ano. Há preocupação com a inflação brasileira e com o cumprimento da meta de déficit fiscal por parte do governo federal.

O euro comercial seguiu valorizado e está cotado a R$5,75 - maior em quase 0,60% em relação ao dia anterior. As cotações são da companhia Morningstar. 

LOC.: O dólar comercial se valorizou frente ao real, no último fechamento de mercado, mesmo com dados mais fracos da economia americana. Com isso, a moeda atingiu o maior patamar em mais de um ano. Em março de 2023, o dólar havia atingido o valor de R$5,28. Já hoje, a cotação comercial é de R$5,29 - um crescimento aproximado de 0,80%, em relação ao dia anterior. 

Mesmo com a divulgação, na segunda-feira (03), de dados da economia dos Estados Unidos acerca da indústria, que vieram menos aquecidos do que o esperado, o efeito positivo sobre o câmbio durou pouco. Os dados haviam sido apresentados por meio do “Índice de Gerentes de Compras” (PMI, na sigla em inglês), de maio de 2024. Pesaram na última cotação os preços do minério de ferro e do petróleo, que caíram e impediram uma maior entrada de divisas internacionais no país. 

É também presente no mercado o pessimismo com a economia brasileira de um modo geral, em um dia de divulgação dos dados acerca do crescimento do PIB no primeiro trimestre do ano. Há preocupação com a inflação brasileira e com o cumprimento da meta de déficit fiscal por parte do governo federal.
O euro comercial seguiu valorizado e está cotado a R$5,75 - maior em quase 0,60% em relação ao dia anterior. As cotações são da companhia Morningstar. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Braz. 
 

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