Saúde·29 de dezembro de 2017

DOIS VIZINHOS (PR): Números das três doenças transmitidas pelo mosquito reduzem em quase 100%

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; text-align: justify;">Ol&aacute;, caro colega de Dois Vizinhos, tudo bom? Com a chegada do ver&atilde;o, &eacute; importante alertar a popula&ccedil;&atilde;o sobre os riscos de deixar &aacute;gua parada. A Ag&ecirc;ncia do R&aacute;dio, em parceria com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, realiza uma campanha de conscientiza&ccedil;&atilde;o para evitar a prolifera&ccedil;&atilde;o do mosquito da Dengue. Conversamos com o respons&aacute;vel pelas a&ccedil;&otilde;es realizadas na cidade. Falamos tamb&eacute;m com uma pessoa que foi acometida por Dengue, onde ela conta o que sentiu, o que fez para cuidar da doen&ccedil;a, visando conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o dos cuidados com o mosquito. Podemos contar com a sua ajuda para divulgar esse material? Forte abra&ccedil;o.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:14.0pt;&#10;line-height:105%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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O índice de infestação da cidade de Dois Vizinhos está alto. O número chega a 4,6% da incidência do mosquito na região. De acordo com o último levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde, os casos de Dengue, que eram de 53 confirmações em 2016, reduziram para apenas duas. Agentes de Vigilância trabalham para reduzir ainda mais os focos em Dois Vizinhos. Entre os maiores aliados do mosquito estão entulhos, caixas d’água e lixos descartáveis. Claudete Neurer é coordenadora do Setor de Epidemiologia do município e conta que, na visão dela, a população deveria se importar mais com as três doenças transmitidas pelo mosquito, para que os números não voltem a aumentar.

“A Vigilância Epidemiológica, junto com a Vigilância Ambiental e Sanitária, pede à população de que eles tomem consciência que têm que fazer a limpeza dos seus lotes, das suas residências, não deixar nada que acumule água que possa virar um criadouro e que ajude mesmo. Que, só assim, cada um fazendo um pouquinho, que a gente consegue, não digo erradicar a doença, mas estabilizar ela, para que não tenha nenhuma epidemia.”

No estado, os números também são bons, com relação à queda dos números de casos das doenças transmitidas pelo mosquito. Ivana Belmonte, chefe do Centro Estadual de Vigilância Ambiental do Paraná, diz que por mais que seja repetitivo, é muito importante que a população colabore com os agentes de vigilância, pois, assim, as doenças ficam controladas em todos os municípios do estado.

“O trabalho de campo é muito importante porque ele é um trabalho preventivo. A visita domiciliar, a aceitação dessa visita, para que o município tenha uma redução nas suas pendências de visitas dos imóveis. Então são atividades que são importantes, que têm que ser implantadas nos períodos não epidêmicos, para prevenção da Dengue.”

Faça parte dessa luta. Não deixe que o mosquito se prolifere. Verifique acúmulos de água em pneus, latas, vidros, garrafas, vasos de flores, caixas d’água, tampinhas de garrafas, entre outros. Participe também e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida e o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

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