Brasil - Eleições 2020·15 de novembro de 2020

Dois candidatos em Goiás são presos por boca de urna

Uma pessoa que não é postulante também foi detida no estado pelo mesmo crime

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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O relatório de ocorrências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo candidatos teve 43 registros em todo o país, segundo boletim divulgado às 14h deste domingo (15). O documento mostrou que três pessoas em Goiás, sendo duas delas candidatos, foram presas por fazerem boca de urna. No mesmo estado, segundo a Justiça Eleitoral, também foram constatadas outras três ocorrências envolvendo postulantes pela mesma irregularidade, porém, sem prisões. 

Entre os não candidatos, o estado também registrou uma prisão por boca de urna e outra detenção que não teve o motivo divulgado. Outra pessoa em Goiás também foi autuada por divulgação de propaganda e outras duas cometeram irregularidades não divulgadas. Mato Grosso do Sul teve prisão de um não candidato por boca de urna e duas autuações por motivos que não foram divulgados. Em Mato Grosso, uma pessoa foi vista fazendo divulgação de propaganda, porém, a mesma não foi detida. 

Em números gerais do País, o Ministério da Justiça registrou 1.062 crimes eleitorais, sendo a boca de urna o mais frequente, seguido por compra de votos e desobediência à Justiça Eleitoral.  

Força Federal irá reforçar segurança em 11 estados durante as eleições

Segundo o TSE, do total de 1.700 urnas eletrônicas trocadas em todo o país, 40 substituições ocorreram em Goiás; 20, em Mato Grosso do Sul; e 14, em Mato Grosso. 

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, quase 180 milhões de eleitores estão aptos a participar das eleições municipais deste ano. No Centro-Oeste, Goiás lidera esse ranking, com cerca de 4,6 milhões de eleitores, seguido por Mato Grosso, com aproximadamente 2,3 milhões e Mato Grosso do Sul, com cerca de 1,9 milhões.

Neste domingo, não haverá votação no Distrito Federal e em Fernando de Noronha (PE). Os eleitores de Macapá (AP) também não irão às urnas, mas a cidade deverá realizar a eleição ainda em 2020.  

LOC.: O relatório de ocorrências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo candidatos teve 43 registros em todo o país, segundo boletim divulgado às 14h deste domingo (15). O documento mostrou que três pessoas em Goiás, sendo duas delas candidatos, foram presas por fazerem boca de urna. No mesmo estado, segundo a Justiça Eleitoral, também foram constatadas outras três ocorrências envolvendo postulantes pela mesma irregularidade, porém, sem prisões. 

Entre os não candidatos, o estado também registrou uma prisão por boca de urna e outra detenção que não teve o motivo divulgado. Outra pessoa em Goiás também foi autuada por divulgação de propaganda e outras duas cometeram irregularidades não divulgadas. Mato Grosso do Sul teve prisão de um não candidato por boca de urna e duas autuações por motivos que não foram divulgados. Em Mato Grosso, uma pessoa foi vista fazendo divulgação de propaganda, porém, a mesma não foi detida. 

Em números gerais do País, o Ministério da Justiça registrou 1.062 crimes eleitorais, sendo a boca de urna o mais frequente, seguido por compra de votos e desobediência à Justiça Eleitoral.  

Segundo o TSE, do total de 1.700 urnas eletrônicas trocadas em todo o país, 40 substituições ocorreram em Goiás; 20, em Mato Grosso do Sul; e 14, em Mato Grosso. 

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, quase 180 milhões de eleitores estão aptos a participar das eleições municipais deste ano. No Centro-Oeste, Goiás lidera esse ranking, com cerca de 4,6 milhões de eleitores, seguido por Mato Grosso, com aproximadamente 2,3 milhões e Mato Grosso do Sul, com cerca de 1,9 milhões.

Neste domingo, não haverá votação no Distrito Federal e em Fernando de Noronha (PE). Os eleitores de Macapá (AP) também não irão às urnas, mas a cidade deverá realizar a eleição ainda em 2020.  

Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.