TEC./SONORA: Flávio Francisco Vormittag, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.
“Então, o que eu digo é: queria convidar todos os brasileiros para que tenham essa atitude generosa, de doar sangue para uma pessoa muito necessitada. Sempre importante que a gente consiga fazer isso de uma forma generosa. Até porque, um dia, é diferente do outro. Hoje, nós estamos doando, amanhã podemos precisar. ”
LOC.: Todos os tipos de sangues são bem-vindos. Quanto mais doadores, melhor a situação dos hemocentros de todo o país. O diretor do Hemonúcleo de Francisco Beltrão, no Estado do Paraná, Benvenuto Gazzi, explica que a recomendação feita para as doações nas unidades é a de transfundir tipo a tipo.
TEC./SONORA: Benvenuto Gazzi, diretor do Hemonúcleo de Francisco Beltrão.
“Em termos de demanda, nós precisamos indistintamente de todos os hemocomponentes. A recomendação sempre é transfundir o sangue tipo a tipo. Quando não tem o sangue tipo a tipo, a gente transfunde o sangue compatível. Na questão da emergência, o sangue que mais acaba sendo necessário, sempre acaba sendo o tipo O negativo, então acaba sendo o sangue com maior carência normalmente. ”