Saúde·02 de abril de 2020

Do total de casos de dengue notificados em General Salgado (SP) até o momento, mais de 50% foram confirmados

Os cuidados contra a proliferação do Aedes aegypti devem ser reforçados no município

Por Agência do Rádio
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Os cuidados contra a proliferação do Aedes aegypti devem ser reforçados no município de General Salgado. Além da dengue, o mosquito também transmite a Zika e chikungunya, doenças que podem causar sérios problemas de saúde.

De acordo com os dados mais recentes da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, General Salgado tem, das 207 notificações, 106 casos confirmados de dengue até o momento. Isso representa mais de 50% do total. O que chama atenção é o fato de todos os casos terem ocorrido dentro do próprio município, ou seja, ninguém foi picado pelo Aedes aegypt fora dos limites da cidade.

Os números de General Salgado são os mais altos da microrregião de Auriflama. Gastão Vidigal aparece na segunda colocação, com 95 confirmações entre as mais de 160 notificações de dengue.

Os dados municipais refletem a realidade estadual de São Paulo. Segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em março, são mais de 105 mil casos de dengue em investigação em toda a unidade da federação. 

Entre os quatro sorotipos da dengue, os tipos 1 e 2 foram os mais frequentes em São Paulo, de acordo com o Ministério da Saúde.

Para o superintendente de Controle de Endemias de São Paulo, Marcos Boulos, o sorotipo 2 merece atenção pelo fato de boa parte da população não estar imune a ele.

“Boa parte da população não está imune ao sorotipo 2, e pode gerar aumento de casos de gravidade maior. Nós disponibilizamos assistências para evitar que os pacientes possam evoluir para uma maior gravidade.”

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor. 

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”. 

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Faça sua parte. Saiba mais em saúde.gov.br/combateaedes.

Os cuidados contra a proliferação do Aedes aegypti devem ser reforçados no município de General Salgado. Além da dengue, o mosquito também transmite a Zika e chikungunya, doenças que podem causar sérios problemas de saúde.

De acordo com os dados mais recentes da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, General Salgado tem, das 207 notificações, 106 casos confirmados de dengue até o momento. Isso representa mais de 50% do total. O que chama atenção é o fato de todos os casos terem ocorrido dentro do próprio município, ou seja, ninguém foi picado pelo Aedes aegypt fora dos limites da cidade.

Os números de General Salgado são os mais altos da microrregião de Auriflama. Gastão Vidigal aparece na segunda colocação, com 95 confirmações entre as mais de 160 notificações de dengue.

Os dados municipais refletem a realidade estadual de São Paulo. Segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em março, são mais de 105 mil casos de dengue em investigação em toda a unidade da federação. 

Entre os quatro sorotipos da dengue, os tipos 1 e 2 foram os mais frequentes em São Paulo, de acordo com o Ministério da Saúde.

Para o superintendente de Controle de Endemias de São Paulo, Marcos Boulos, o sorotipo 2 merece atenção pelo fato de boa parte da população não estar imune a ele.

TEC./SONORA: Marcos Boulos, superintendente de Controle de Endemias de São Paulo.

“Boa parte da população não está imune ao sorotipo 2, e pode gerar aumento de casos de gravidade maior. Nós disponibilizamos assistências para evitar que os pacientes possam evoluir para uma maior gravidade.”

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor. 

TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”. 

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Faça sua parte. Saiba mais em saúde.gov.br/combateaedes.
 

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