Economia·26 de maio de 2020

Dívida pública deve passar de 100% do PIB em alguns anos, segundo o IFI

Diretor da Instituição Fiscal Independente avalia que poder público deve evitar a ampliação de despesas públicas permanentes

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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A crise econômica causada pela pandemia do coronavírus é preocupante. Segundo avaliação do diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto, a dívida pública do Brasil continuará crescendo e em 2026, passará de 100% do produto interno bruto (PIB).

Em reunião da comissão do Congresso Nacional que acompanha as ações do governo no combate à covid-19, o diretor da IFI afirmou que neste ano, a dívida deve saltar de 75% para 86% do PIB.

A partir de 2021, ainda segundo Felipe Salto, vai ter que ter aumento das receitas, corte em despesas obrigatórias e a restauração das regras fiscais.

Segundo a Instituição Fiscal Independente, o poder público deve evitar a ampliação de despesas públicas permanentes, já que neste ano há previsão de queda de 5,2% do PIB e déficit de R$ 700 bilhões.

Reportagem, Thiago Marcolini

A crise econômica causada pela pandemia do coronavírus é preocupante. Segundo avaliação do diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto, a dívida pública do Brasil continuará crescendo e em 2026, passará de 100% do produto interno bruto (PIB).

Em reunião da comissão do Congresso Nacional que acompanha as ações do governo no combate à covid-19, o diretor da IFI afirmou que neste ano, a dívida deve saltar de 75% para 86% do PIB.

A partir de 2021, ainda segundo Felipe Salto, vai ter que ter aumento das receitas, corte em despesas obrigatórias e a restauração das regras fiscais.

Segundo a Instituição Fiscal Independente, o poder público deve evitar a ampliação de despesas públicas permanentes, já que neste ano há previsão de queda de 5,2% do PIB e déficit de R$ 700 bilhões.

Reportagem, Thiago Marcolini

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.