TEC/SONORA: Maria Terezinha dos Santos, 38 anos, microempreendedora.
“Ele teve icterícia fortíssima, e aí o médico falava que, quanto mais eu amamentasse, melhor seria. Porque ele iria fazendo xixi. Ele teve que ficar naquela luz. Nós ficamos no hospital dez dias. Justamente por conta dessa deficiência de enzimas que ele teve. Quando fui amamentando, ele foi melhorando.”
TEC/SONORA: Miriam Santos, coordenadora das Ações de Aleitamento Materno do Distrito Federal.
“Uma criança que, por algum motivo, teve contato com algum vírus, com alguma doença, no peito da mãe ela vai, através da saliva da criança, demonstrar isso para a mama da mãe. A mama começa a produzir imunoglobulina, para defender a criança desse vírus e bactéria que ela teve contato. Então, o leite humano é isso: é espécie específica. Ele é próprio.”
#EuAmamento