Os consumidores que desejam renegociar dívidas bancárias ganharam mais tempo para aderir ao Desenrola 2.0. O Ministério da Fazenda anunciou a prorrogação do programa até o dia 31 de agosto, estendendo em um mês o prazo para que pessoas físicas regularizem pendências financeiras junto às instituições participantes. A medida será formalizada por ato da pasta e não altera as regras já em vigor.
Segundo o governo, a decisão foi tomada para permitir que consumidores que ainda estão em processo de negociação consigam concluir os acordos. A expectativa também é facilitar o acesso ao crédito para quem precisa regularizar a situação financeira antes de contratar financiamentos, como os previstos em programas voltados à aquisição de veículos. De acordo com o Ministério da Fazenda, a prorrogação não exigirá novos recursos públicos, já que o orçamento destinado ao programa continua suficiente para atender à demanda.
Lançado em 2026, o Desenrola 2.0 ampliou o alcance do programa de renegociação de dívidas. Na modalidade voltada às famílias, podem participar pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos que tenham dívidas bancárias contratadas até 31 de janeiro de 2026, nas modalidades de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal não consignado, com atraso entre 90 dias e dois anos. As negociações podem oferecer descontos de até 90%, além de condições facilitadas de parcelamento, conforme a política de cada instituição financeira participante.
Os acordos devem ser feitos diretamente pelos canais dos bancos participantes. O governo orienta os consumidores a verificarem as condições disponíveis antes do encerramento do novo prazo, em 31 de agosto.
Com informações da Agência Brasil.
O prazo para renegociar dívidas bancárias pelo Desenrola dois ponto zero foi prorrogado até trinta e um de agosto.
A decisão do Ministério da Fazenda dá mais um mês para que consumidores regularizem pendências financeiras junto às instituições participantes, sem mudanças nas regras do programa.
Podem aderir pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos que tenham dívidas de cartão de crédito, cheque especial ou crédito pessoal contratadas até trinta e um de janeiro deste ano e com atraso entre noventa dias e dois anos.
As negociações são feitas diretamente pelos bancos participantes e podem oferecer descontos de até noventa por cento, além de opções de parcelamento, conforme a política de cada instituição.
O governo afirma que a prorrogação não terá custo adicional para os cofres públicos e pretende facilitar tanto a regularização financeira quanto o acesso ao crédito.
Com informações da Agência Brasil.
Reportagem, Sophia Muniz