Brasil·29 de março de 2019

Desemprego sobe em fevereiro e atinge 13,1 milhões de brasileiros, revela IBGE

Instituto verificou ainda que a taxa de subutilização ficou em 24,6%, atingindo 27,9 milhões de pessoas

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A taxa de desemprego voltou a subir no Brasil. No trimestre encerrado em fevereiro, o número de desocupados atingiu 13,1 milhões de brasileiros. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (29). Essa alta representa a entrada de 892 mil pessoas na população desocupada.

Ainda de acordo com o instituto, no trimestre encerrado em janeiro de 2019, a taxa de desemprego entre os brasileiros chegou a 12%, alcançando 12,7 milhões de pessoas. Essa foi a primeira alta em dez meses, assim como a maior desde agosto de 2018.  

O IBGE também verificou que a taxa de subutilização – que corresponde aos trabalhadores que poderiam estar atuando por mais horas – ficou em 24,6%, atingindo 27,9 milhões de pessoas. A porcentagem foi a maior registrada na série histórica, que começou em 2012.

Outro recorde da série do IBGE foi em relação ao número de pessoas desalentadas, que chegou a 4,9 milhões. Os desalentados são aqueles que não estão procurando emprego por acharem que não vão conseguir trabalho. Essa estatística inclui, por exemplo, quem se acha muito jovem, muito velho ou com falta de qualificação ou experiência no mercado profissional.

A taxa de desemprego voltou a subir no Brasil. No trimestre encerrado em fevereiro, o número de desocupados atingiu 13,1 milhões de brasileiros. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (29). Essa alta representa a entrada de 892 mil pessoas na população desocupada.

Ainda de acordo com o instituto, no trimestre encerrado em janeiro de 2019, a taxa de desemprego entre os brasileiros chegou a 12%, alcançando 12,7 milhões de pessoas. Essa foi a primeira alta em dez meses, assim como a maior desde agosto de 2018.  

O IBGE também verificou que a taxa de subutilização – que corresponde aos trabalhadores que poderiam estar atuando por mais horas – ficou em 24,6%, atingindo 27,9 milhões de pessoas. A porcentagem foi a maior registrada na série histórica, que começou em 2012.

Outro recorde da série do IBGE foi em relação ao número de pessoas desalentadas, que chegou a 4,9 milhões. Os desalentados são aqueles que não estão procurando emprego por acharem que não vão conseguir trabalho. Essa estatística inclui, por exemplo, quem se acha muito jovem, muito velho ou com falta de qualificação ou experiência no mercado profissional.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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