Brasil·21 de maio de 2019

Decreto de Bolsonaro libera compra de Fuzil T4, afirma Taurus

Casa Civil, ligada ao Palácio do Planalto, disse que o decreto não enquadra o fuzil T4 como arma de uso permitido ao cidadão comum

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A empresa brasileira fabricante de armas, a Taurus, informou que o decreto que flexibiliza a compra de armamentos por civis também abre espaço para aquisição de um fuzil, mais especificamente o T4 semiautomático, usado por forças táticas militares.

A empresa disse à TV Globo que existe "uma fila de 2 mil pessoas querendo comprar o armamento” e que só espera a entrada em vigor da regulamentação para “atender os clientes”. Segundo a Taurus, as armas poderiam ser entregues em até três dias depois da compra.”

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a “Casa Civil, ligada ao Palácio do Planalto, disse que o decreto não enquadra o fuzil T4 como arma de uso permitido”. O órgão teria ressaltado que a arma “é de uso restrito e, por isso, o cidadão comum não consegue adquiri-la”.

O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 7 de maio aumentou o limite da energia cinética das armas permitidas para 1.620 joules e, segundo a Taurus, a energia cinética do fuzil T4 é de 1.320.

A mudança na legislação sobre aquisição de armas estabelece ainda a inclusão de 19 categorias que teriam direito ao porte, ou seja, autorização para que o indivíduo ande armado fora de sua casa ou local de trabalho.

Entre as categorias listadas no decreto presidencial, estão agentes de trânsito, advogados, políticos eleitos, conselheiros tutelares e até jornalistas da área policial.


A empresa brasileira fabricante de armas, a Taurus, informou que o decreto que flexibiliza a compra de armamentos por civis também abre espaço para aquisição de um fuzil, mais especificamente o T4 semiautomático, usado por forças táticas militares.

A empresa disse à TV Globo que existe "uma fila de 2 mil pessoas querendo comprar o armamento” e que só espera a entrada em vigor da regulamentação para “atender os clientes”. Segundo a Taurus, as armas poderiam ser entregues em até três dias depois da compra.”

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a “Casa Civil, ligada ao Palácio do Planalto, disse que o decreto não enquadra o fuzil T4 como arma de uso permitido”. O órgão teria ressaltado que a arma “é de uso restrito e, por isso, o cidadão comum não consegue adquiri-la”.

O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 7 de maio aumentou o limite da energia cinética das armas permitidas para 1.620 joules e, segundo a Taurus, a energia cinética do fuzil T4 é de 1.320.

A mudança na legislação sobre aquisição de armas estabelece ainda a inclusão de 19 categorias que teriam direito ao porte, ou seja, autorização para que o indivíduo ande armado fora de sua casa ou local de trabalho.

Entre as categorias listadas no decreto presidencial, estão agentes de trânsito, advogados, políticos eleitos, conselheiros tutelares e até jornalistas da área policial.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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