Saúde·11 de janeiro de 2018

CURITIBA (PR): Com índice de infestação em 1%, cidade registra maioria de casos vindos de outros municípios

<p>Mesmo assim, cuidados com o mosquitos n&atilde;o devem perder a for&ccedil;a</p>

Por Agência do Rádio
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Curitiba registrou 1% de índice de infestação, de acordo com o último Boletim Epidemiológico, divulgado no meio 2017. Foram registrados apenas 31 casos de Dengue, sendo 28 importados de fora do município. Mesma situação acontece com a Chikungunya, com 27 confirmações de outras regiões. A Zika não teve registro de casos confirmados na cidade. De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de Controle do mosquito, Tatiana Faraco, os focos do mosquito da cidade estão localizados em sucatas e pneus em ferros velhos.

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Ela conta que ações como visitas de Agentes de Endemias são realizadas frequentemente para que a conscientização da população seja cada vez maior. Tatiana comenta que parcerias com a Secretaria de Meio Ambiente são feitas para melhorar ainda mais a situação de Curitiba, para que o mosquito não volte a atacar com força na região. “A Saúde e o Meio Ambiente trabalham bem conectados, então a gente faz mutirões de limpeza, nessas regiões mais críticas do município. Então a gente pede para que a população coloque resíduos, entulhos que elas acumulam nos quintais de casa na calçada e a gente passa recolhendo. É um trabalho que a gente faz constantemente”, disse Tatiana.

Outras ações são realizadas com relação à Secretaria de Educação. Atividades lúdicas, como jogos interativos, são disseminadas para que as crianças das escolas do município sempre repassem o conhecimento dos cuidados com o mosquito para os pais.

A articuladora de Projetos de Saúde da Secretaria Municipal de Educação, Márcia Frigatto, diz que é realizada uma parceria com a Universidade Federal do Paraná, com estudantes de doutorado de Geografia.

Eles cuidam das crianças. São ensinadas constantemente, desde a educação infantil. Márcia conta que os pequenos abraçam mais a causa do combate ao mosquito.
“Os pequenininhos, do primeiro ao quinto ano, parece que eles abraçam mais a causa, abraçam mais a ideia e ajudam a gente a cobrar das pessoas, dos adultos que não fazem a coisa certa. Então, a gente acha que, quanto menor, melhor vai ser o nosso trabalho. É claro que a gente não pode desistir dos grandes, a gente vai continuar fazendo, porém, a gente acha que os pequenininhos, abraçam melhor a causa e ajudam a transmitir, a passar, multiplicar isso pra frente, pros maiores”, afirma a Secretáia.

Faça parte dessa luta. Não deixe que o mosquito se prolifere. Verifique acúmulos de água em pneus, latas, vidros, garrafas, vasos de flores, caixas d’água, tampinhas de garrafas, entre outros. Participe também e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

#combateaedes

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