Convocado pela Comissão Parlamentar de Inquérito para depor sobre sua participação no gabinete paralelo que orienta Jair Bolsonaro na condução da pandemia, o empresário Carlos Wizard valeu-se da autorização do Supremo para permanecer em silêncio. Orientado por seu advogado Alberto Toron, foi o que fez. Assim respondeu às perguntas: - me reservo o direito de nada dizer